Fake news e coação de servidores são cartada final de Amazonino para não sair do poder

REDAÇÃO AgênciaNorte

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Agora é o tudo ou nada para candidatos desesperados, e é isto que ocorre na central do lado do candidato à reeleição Amazonino Mendes. Esta é a avaliação dos membros da campanha de Wilson Lima, que afirmam que nesta reta final do segundo turno das eleições, e sofrendo uma média 30 pontos atrás nas pesquisas de intenção de voto, o governador deciidu jogar o que pode e não pode.

Semana passada com prefeitos, Negão afirmou que não perderia a eleição, e assim, o que se mais tem visto nes eleição são a propagação de notícias falsas, as chamadas fake news que se espalham alucidamente, além disto ligações telefônicas aleatórias têm se intensificado nas redes sociais, assim como o uso de servidores públicos para as ações de campanha eleitoral. 

No caso de servidores, muitos obrigados a servir ao governador. 

Segundo a coordenação da campánha de Wilson, as mensagens por WhatsApp e ligações telefônicas que simulam pesquisas de intenção de voto, porém, só difamam o candidato ao governo do PSC,  têm como origem números de fora do Estado ou mesmo do Brasil, uma estratégia para evitar o rastreamento da origem do envio das mensagens pela Polícia Federal e a Justiça Eleitoral.

 A pressão tem sido enorme para que a máquina pública possa agir, e coagir servidores a votar no governador. Um áudio atribuído a uma assessora da Sejel (Secretaria de Estado de Esporte e Lazer), coagindo servidores públicos a fazer campanha para Amazonino, também caiu como uma bomba na campanha do velho cacique.

No áudio, a assessora Jhéssica Nakano, que atua como diretora de eventos da secretaria, convoca os servidores para “bater de porta em porta e pedir voto para Amazonino”. “Eu sei que todos estão cansados. Isso é normal. Amanhã inicia uma semana decisiva, a semana que pode decidir o futuro de todos aqui nesse grupo, que dependem da vitória do governador para continuar nos seus cargos”, diz ela 

Por fim, Jhéssica ameaça os servidores, afirmando que vai falar com o Manoel (Manoel Almeida, secretário da pasta) e que quem não quiser participar das ações de campanha “pode procurar a Larisse” (Larisse Assunção, diretora de RH).

Os cargos de Jhéssica, Larisse e do próprio secretário Manoel Almeida podem ser conferidos no Portal da Transparência do Governo do Amazonas.

Em nota, a Sejel declarou que o conteúdo exposto “não representa o espírito público e os valores democráticos que atualmente norteiam a Secretaria de Estado de Juventude, Esporte e Lazer”.

 

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