Marlen Lima

Amazonas

Amon em duas versões- sim e não a CPMI!

Por Redação AgN

23/03/2023 - 21:34

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APESAR DELE TER SE MOSTRADO NA CÂMARA DE MANAUS UM COMBATENTE ÁRDUO DE ABUSOS POLÍTICOS E DE ANOMALIAS POLÍTICAS, situações em que legislativo, judiciário e até o executivo deviam ter melhor enquadramento ético e de maior transparência, o jovem deputado federal Amon Mandel acaba que se posiciona de forma que certamente seu eleitorado não entendeu.

Explico

Redação AgNORTE/Com Marlen Lima

Amon ainda não respondeu a posição do AgênciaNorte sobre não votar/assinar a CPMI de 8 de Janeiro.

Recai sobre ele justamente tal postura que tanto afirma combater - contra os abusos e a falta de transparência política.

O que se sabe é que ele não assinou. Agora por que?

Afinal, só os petistas e aliados do Governo, são estes que não querem aprofundar o que de fato ocorreu e quem são os reais e principais atores da invasão aos três poderes naquele fatídico dia em Brasília.

Existe fortes suspeições de que gente infiltrada da Esquerda agiu como se Patriota fosse e fez aquele escarcéu todo de quebradeira nos três poderes. Claro, há patriotas também envolvidos.

Mas, houve liderança na invasão, e quem são eles?

Amon, sempre combativo pela ética é verdade não quer saber?

Enquanto isso…

O deputado Amom critica PL que permite favorecimento de réus em empate nos julgamentos em órgão colegiado. Segundo ele, o projeto favorece grandes empresários e acusados em casos de corrupção.

A Câmara dos Deputados começou debate Ñ nesta quarta/22, sobre o PL 3453/2021, que favorece réus quando houver empate nos julgamentos penal ou processual penal em órgãos colegiados, como no STF e STJ.

Amom Mandel afirma que a proposta só favorece a quem já usufrui de privilégios, como no caso de representantes políticos com foro privilegiado.

Aprovado

O projeto foi aprovado em votação simbólica por maioria do plenário e segue para apreciação do Senado Federal.

Amom afirma que, segundo o direito penal brasileiro, sempre que não há certeza quanto ao cometimento de um crime, o acusado deve ser beneficiado nas decisões e procedimentos judiciais.

De acordo com o parlamentar, na maioria dos casos, porém, as decisões pró réu ocorrem nas instâncias superiores, com réus que possuem privilégios. Em discordância ao projeto, o parlamentar declarou que uma Lei neste sentido não favoreceria a população de classes mais baixas, mas sim acusados em casos de corrupção.

"Não dá pra defender o garantismo penal nos discursos e, na prática, fabricar a Lei para beneficiar só quem tem, por exemplo, o foro privilegiado, são justamente os que tem dinheiro para pagar um bom advogado. Por entender que esse é o interesse da grande massa política e que a Lei não pode funcionar só pra ajudar os grandes empresários e continuar oprimindo o cidadão comum nesse país, votei contra esse projeto", argumentou o parlamentar.

 

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Com  Assessoria de Comunicação Dep. A M
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados