Marlen Lima

Roraima

PROGRAMA DESTA QUARTA NOITE DE BOA VISTA JUNINA

Por Redação AgN

23/06/2023 - 09:04

Confira a programação desta sexta-feira, 23. Arena junina 19h – Guerreiros de Jorge (Emergente) 20H – Macedão (Acesso) 21h – Namoro Caipira (Acesso) 22h – Coração de Estudante (Especial) 23h – Coração Caipira (Especial) 00h – Furacão Caipira (Especial) Shows 19h – Gabriel Carreiro e Banda 20h – Kell Silva e os Parentes 21h – Anne Louise Sanfoneira e Banda Flor do Norte 22h – Daméric e Banda 23h – Vatazim do Piseiro e Banda alt="" width="2048" height="1367" />

Seis quadrilhas brilharam no tablado com espetáculos cheios de emoção e fé, nesta terceira noite, quinta,22, onde o que prevaleceu foi muita alegria, cores, muita diversão e uma dose extra de emoção!

O Boa Vista Junina 2023, na Praça Fábio Marques Paracat é assim todo ano, um encanto de festa.

Nesta quinta, brincantes e torcidas eufóricas fizeram o seu show, com muito show de arte e cultura a céu aberto.

A onda de sentimentos chegou em cada canto das arquibancadas lotadas.

“Êêê! Eu sou quadrilheiro e mando um beijo pra você”. Entre histórias encenadas, danças ensaiadas e uma animação sem fim, brincantes de seis grupos emocionaram cada pessoa que acompanhou da Arena Junina. Eles demonstraram mais uma vez que meses de preparação valem a pena quando se mostra um espetáculo de qualidade.

Este ano o Boa Vista Junina mostra que as quadrilhas estão cada vez mais preparadas. O que estamos presenciando é um grande teatro a céu aberto. Os grupos estão desenvolvendo os temas com dramaturgias e muita configuração estética. É uma melhor que a outra, os jurados vão ter trabalho”, disse o presidente da Fundação de Educação, Turismo, Esporte e Cultura (FETEC), Dyego Monnzaho.

CORAÇÃO DO SERTÃO — Os corações de 21 casais bateram forte ao abrir as apresentações na Arena Junina. O grupo de São Luiz emocionaram o público levando o tema “Meu Coração é do Sertão”. Através da arte, os brincantes relataram os desafios e conquistas do povo sertanejo em busca de uma vida melhor.

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JOANINHA CAIPIRIA — Foi com o tema “Alice na Amazônia das Maravilhas”, que 20 casais fizeram a magia no tablado, contando de forma divertida essa clássica historinha infantil escrita por Lewis Carrol, numa adaptação regional e cultural. O grupo foi criado em 2010 na comunidade indígena Tabalascada, no município Cantá.

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ESCOLA FORROZÃO — Com o tema “Makunaima e a grande Wazacar - A árvore da vida”, a Escola Forrozão levou 25 casais para contar a história de Makunaima, o filho do Sol e da Lua, que protege a vida dos povos da floresta e luta contra a degradação do meio ambiente. Eles usaram a lenda roraimense para envolver o público nas questões ambientais e a mensagem principal foi a preservação da Amazônia. Foi um show de conscientização no tablado.

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ESPANTALHO JUNINO — Os 16 casais do grupo apresentaram a “Saga de Vaqueiro” como tema e encantaram o público com muita alegria. O grupo apresentou uma disputa acirrada de vaquejada e levou os espectadores ao delírio com as perdas e glórias de um vaqueiro apaixonado. quadrilha emocionou com a despedida do animador Jadson Melo, último ano dele no grupo.

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MATUTA ENCANTÁ — A impressionante apresentação da Matuta Encantá movimentou o tablado com o tema “Meu Sertão é Aqui”. Foi com amor, sonhos e alma nordestina que os 20 casais apresentaram as lembranças de um Sertão Alegre no Maior Arraial da Amazônia.

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GARRANXÊ — A última quadrilha da noite foi a Garranxê, que este ano trouxe o tema “Maria Bonita, A História Nunca Contada”. Os 31 casais souberam usar bem a arte, animação e a sincronia para impressionar o público enquanto contavam relatos da vida da cangaceira. O grupo teve o cuidado e preocupação em mostrar a força da mulher brasileira e a importância de serem livres de pressões psicológicas e tudo que as prendem ao medo. O grito do público foi tão alto quanto os disparos das armas dos cangaceiros.

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Matando as saudades

Caio Guimarães, de 24 anos, já foi brincante desde os 10 anos de idade e fez amigos para a vida ao longo dessa jornada. Ele não deixa de prestigiar as apresentações das quadrilhas e relembra com carinho de quando tudo isso fazia parte da sua rotina.

O Boa Vista Junina evoluiu através dos anos e é maravilhoso acompanhar tudo isso. A acessibilidade na Arena Junina é um exemplo disso. O preparo das quadrilhas é árduo e ver o resultado é emocionante”, disse.

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Por Bruna Norales

Semcom PMBV