Marlen Lima

Geral

PARA HOJE, 1º DE 2025 ELES ASSUMEM MANDATOS, ELEITOS E REELEITOS

Por Redação AgN

01/01/2025 - 10:26

Prefeitos tomam posse em 5.569 cidades nesta quarta em todo o Brasil...Posse no dia 1º de janeiro é fixada pela Constituição Federal  
Redação Band.com.br Os prefeitos e os vice-prefeitos eleitos com a maioria dos votos válidos nas eleições tomam posse nesta quarta-feira (1º) em todo o Brasil. A data é fixada pela Constituição Federal (artigo 29, inciso III). A Constituição estabelece que, para os cargos de prefeito e vice-prefeito, é preciso que a pessoa tenha, no mínimo, 21 anos até o dia da posse. Já para assumir o cargo de vereador, a legislação diz que pode concorrer quem tenha 18 anos completos na data do pedido de registro de candidatura, ou seja, 15 de agosto do ano do pleito, segundo a Lei das Eleições. Foram eleitos representantes para as prefeituras e as câmaras municipais, para assumir mandato de quatro anos, em 26 estados do país. O primeiro turno foi realizado em 5.569 cidades. Em 51 municípios, sendo 15 capitais, a eleição foi decidida em segundo turno.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2024, puderam votar nas eleições municipais 155.912.680 eleitores; as mulheres representaram 52,4% do total (81.806.914), e os homens 47,5% (74.076.997).
PSD foi partido que mais elegeu prefeitos O Partido Social Democrático (PSD) foi o maior vencedor das eleições 2024 em número de prefeitos eleitos. O partido obteve o maior número de prefeituras no país, desbancando o MDB: 887 municípios. Logo atrás, o MDB e o PP ocupam a segunda e terceira posição, com 856 e 745 prefeituras, respectivamente. O PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, aparece em quinto lugar. O PSD também vai administrar o maior número de capitais: cinco (Florianópolis, Rio de Janeiro, São Luís, Curitiba e Belo Horizonte) - mesmo número do MDB, que vai administrar Macapá, Boa Vista, Porto Alegre, Belém e São Paulo. Já o PT do presidente Lula registrou um aumento no número de prefeituras comandadas em comparação a 2020, mas muito atrás dos partidos de direita.