CONTRATOS MILIONÁRIOS SÓ PARA CONTINUAR BENEFICIANDO AS ONGs
Um depoimento bombástico que confirma as muitas denúncias de como certas ONGs atuam se aproveitando de recursos nacionais e internacionais para apenas se locupletar, e tudo por meio de usar o discurso de ajuda indígena, da sobrevivência da floresta.
Foi o que ficou claro pelo depoimento da diretora executiva da ONG Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Ritaumaria Pereira, quando admitiu hoje, 19, à CPI das ONGs do Senado que é real a prática de integrantes e fundadores da instituição sairem para prestar consultorias a preços exorbitantes pagos com recursos de doações milionárias inclusive do Fundo Amazônia .
De forma para ter seus discursos embasados em estudos encomendados, Ritaumaria afirmou ainda que tudo isto vem bancado pelos fundos internacionais, que financiam a producão destes estudos, e em mãos disto são repassados ao Ministério Públicos e secretarias do Meio Ambiente só para embasar decisões e políticas de meio ambiente, que vão ao encontro do que as ONGs querem.
Recursos comprando tudo
A diretora disse ainda o que também só confirma o que o presidente da CPI, senador Plínio Valério tem dito, que as ONGs têm espalhados por vários setores jurídicos e política pessoas que servem a causa deles, para se aproveitar de recursos de forma torpe.
Escondendo salário Como o dirigente da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), Virgilio Viana, a dirigente do Imazon também se negou a revelar o seu salário durante seu depoimento. Na sessão de hoje, 19, o presidente da CPI, anunciou que será encaminhado requerimento de pedido de informações ao Banco Central sobre a entrada de recursos externos para ONGs no País. alt="" width="800" height="533" /> Além do Fundo Amazônia, o Imazon é financiado por fundos bilionários para monitorar a região mais rica do Planeta com satélites próprios, desconsiderando o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Os maiores financiadores do Imazon são o Governo da Noruega, a Gordon and Betty Moore Foundation, a U.S Forest Service Internacional Programs e The Open Society Foundation de George Soros. Contas e contratos milionários movimentação de recursos doados beneficiando dirigentes das ONGs ficou comprovada com a descoberta da CPI das ONGs. É o caso de Adalberto Veríssimo , sócio fundador do Imazon e Brenda Brito do Carmo, ex diretora executiva . Os dois, como outros ex-dirigentes, saíram dos quadros do Imazon e hoje são pesquisadores associados, prestando consultorias a peso de ouro com a temática fortalecimento de gestão ambiental da Amazônia, pagas com recursos captados no Brasil e no exterior, como o Fundo Amazônia, que já abasteceu a ONG com R$30 milhões.Exemplo disto é o procurador do Ministério Público Federal Ubiratan Cazetta, que integra o conselho fiscal da Imazon.
“Essas pessoas se tornaram pesquisadores sêniores, se tornaram pessoas que a gente não consegue segurar em nosso quadro, principalmente por custos que a gente não consegue manter”, justificou Ritaumaria Pereira. “No caso da Sra. Brenda, ela deixou de ser remunerada, não sei, por R$10, R$15, R$40 mil, para prestar um serviço e o que Imazon pagou mais de meio milhão pra ela. Não tinha dinheiro para pagá-la, mas, tinha dinheiro pra contratá-la e pagar como um todo?” questionou Plínio Valério.A americana ClimateWorks Foundation, com atuação global, doou R$1.010 milhão para a Imazon financiar monitoramento e produção de estudos e dados a serem repassados para o Ministério Público estadual e secretarias do meio ambientes para embasar decisões na região sobre meio ambiente. Superfaturando até cursos Segundo Outro dados do relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) o Fundo Amazônia desembolso de R$12.1 milhões aplicados de forma genérica de desenvolvimento de políticas de prevenção e controle do desmatamento na Amazônia, e o Imazon teria gasto R$1.682.300,00 milhão com seu pessoal e para a realização de cursos de 24 horas para capacitar 152 técnicos ao custo de R$11.067,76 por cada aluno, sendo R$8,583,00 a hora aula. Agora, em comparativo abissal, a hora aula da Escola Nacional de Administração, Enap, reconhecida, e de sucesso, é cobrado R$177,00. Assim, com 7 cursos superfaturados, o Imazon teria gasto R$206.000,00 por dia dos recursos do Fundo Amazônia em um curso altamente superfaturado. Sobre estas ações da Imazon, bem como FAS e outras ONGs, onde levam dinheiro e não aplicam corretamente, ou seja, Imazon age e contribui diretamente na continuidade da miserabilidade dos povos que habitam a Amazônia, apesar dos milhões captados por estas ONGs, Ritaumaria respondeu que isto é responsabilidade do poder público. A resposta da diretora surpreendeu o Relator ad hoc, o senador Styvenson Valentin. “O que, de concreto, realmente mudou na vida dessas pessoas? Acabou a miserabilidade?”, perguntou Styvenson. - “Não acabou , senador’, respondeu Ritaumaria Pereira. … Com Assessoria SEN P V



