Até onde vai a transparência da Câmara de Manaus?
Num plano de votação os vereadores aprovam transparência em radares, mas, como estão contratos da Casa quando se trata de combustível, gráfica e segurança?
A gestão do presidente Davi Reis segue firme, operante satisfatório para maioria absoluta dos vereadores. Agora, saber se assim como o Projeto de Lei nº 296/2025, que amplia a transparência na fiscalização eletrônica de trânsito na capital, que contou aprovação nesta primeira etapa de tramitação, como estamos nos demais quesitos de transparência da Casa?
Porque fica uma questão, onde a sociedade se pergunta - E como estão os processos de transparência nas esferas dos contratos internos da Câmara de Manaus?
Explico.
Recentemente, o presidente da Casa, David Reis (Avante), que mais uma vez sai candidato à deputado federal, eis, que num canetada elevou as verbas, em valores acima dos quatro milhões de reis - numa ação de prorrogação de três contratos contínuos para a manutenção funcional do Legislativo municipal.
Sim, David Reis fechou pagamento de R$ 4.872.729,79 em recursos públicos, e aqui é a pergunta - tudo foi feito de forma transparente?
Tribunal de Contas, demais vereadores, especial os governistas que apoiam Davi Reis estão cientes de que estes gastos também recaem sobre seus ombros?
Do Projeto de Lei nº 296/2025, dito cima, determina a divulgação de informações sobre a localização dos radares, relatórios de aferição técnica realizados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e dados referentes à arrecadação com multas de trânsito.
Ainda que tal matéria passará por segunda discussão antes de seguir para sanção do Executivo, sobre estes contratos de mais de 4 milhões de reais precisam também estarem amplamente transparentes.
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Com Semcom CMM e site Correio da Amazônia



