Onde o paciente é o começo de uma história, em que lá se vão 45 anos de prioridade
Grupo Brigel em uma história que começa (e termina) no paciente
Há uma cena que resume melhor do que qualquer número o que o Grupo Bringel construiu em quatro décadas e meia. Trata-se de uma mulher, moradora de um município distante da capital, que nunca teve acesso a um exame de imagem perto de casa. Ela entra, pela primeira vez, em uma unidade móvel de saúde estacionada na sua própria cidade. Não precisou viajar dias de barco. Não precisou deixar a família, o trabalho, a rotina. O diagnóstico chegou até ela. E não o contrário.
Foi assim, em Parintins, dentro do programa “Agora Tem Especialistas”, que uma unidade de imagem levada pelo Grupo Bringel viabilizou mais de 1,4 mil exames de tomografia computadorizada e ajudou a destravar mais de mil cirurgias de catarata represadas. Por trás de cada número está uma mulher que voltou a enxergar o rosto dos netos, um pai que teve um diagnóstico a tempo de tratar, uma família que não precisou escolher entre pagar a viagem até Manaus ou pagar as contas do mês.
Essa é a história que o Grupo Bringel, fundado em 1981 em Parintins (distante 369 km de Manaus), depois instalado em Manacapuru (a 70 km de Manaus) e depois Manaus, prefere contar em seu aniversário de 45 anos, não a quantidade de empresas que tem, mas a quantidade de vidas que essas empresas tocam todos os dias, silenciosamente, nos bastidores da saúde pública e privada do país.
*A retaguarda que ninguém vê, mas todo paciente sente*
Quando alguém entra em um centro cirúrgico em Manaus, dificilmente pensa em quem esterilizou o instrumental que vai ser usado na sua cirurgia. Quando um médico recebe o resultado de um exame a tempo de decidir o próximo passo do tratamento, raramente sabe quantas mãos e processos garantiram que aquele laudo chegasse rápido e confiável. É exatamente aí, nessa retaguarda invisível que sustenta a experiência do paciente, que o Grupo Bringel decidiu, há décadas, concentrar boa parte da sua energia.
Empresas como Esteriliza, MIC Steriliza, BP Serviços e Bioplus cuidam da esterilização e do processamento de materiais hospitalares para hospitais e clínicas. Inclusive, o Grupo participou da primeira cirurgia robótica realizada em Manaus, na plataforma Da Vinci X, garantindo que cada instrumental chegasse ao centro cirúrgico com segurança e rastreabilidade total. A Lav Norte, outro exemplo, cuida da higienização e logística dos enxovais hospitalares, para que nenhuma equipe de saúde fique sem o material necessário no meio de um plantão. Já o ApoioLAB dá suporte diagnóstico a laboratórios e hospitais, encurtando a distância (muitas vezes angustiante) entre a coleta de um exame e a decisão médica que depende dele.
É esse tipo de trabalho, longe dos holofotes, que permite que um médico faça o que sabe fazer de melhor: cuidar. “Quando falamos em melhorar a experiência do paciente, precisamos olhar para toda a estrutura que existe antes do atendimento. O profissional precisa ter condições para exercer o seu trabalho, os materiais precisam estar disponíveis e o diagnóstico precisa chegar no tempo adequado”, resume o CEO do Grupo, Sérgio Bringel.
A referida frase é mais que um discurso corporativo; é quase uma declaração de propósito. Afinal, a inovação, para o Grupo, não vale nada se não se traduzir em um paciente mais bem cuidado e em um profissional de saúde mais capaz de exercer sua vocação.
*Inovação que se mede em vidas, não em equipamentos*
O Grupo Bringel não esconde que investe pesado em tecnologia. Isso da genética do rebanho amazônico à gestão de dados em saúde pública. Mas insiste, e faz questão de repetir, que tecnologia nunca foi o objetivo final. É meio, não fim. Cada solução nasceu de uma necessidade real observada de perto como a fila de espera por um exame, a distância de centenas de quilômetros até um especialista, o hospital sem insumo básico para funcionar.
Foi assim com as Carretas da Saúde, fabricadas pela Athos e operadas pela Bringel Medical. Elas são unidades móveis equipadas com consultórios e espaço para procedimentos que levam médicos, enfermeiros e técnicos até municípios onde a oferta de atendimento especializado sempre foi escassa. Para muita gente que vive longe dos grandes centros, sobretudo mulheres, que historicamente enfrentam mais barreiras de acesso a exames preventivos e cirurgias eletivas como as de catarata, essas carretas representaram, pela primeira vez, a possibilidade de cuidar da própria saúde sem sair de casa.
E foi assim, de forma ainda mais dura, com a Gases da Amazônia. Durante a pandemia, o Amazonas viveu de perto o pesadelo do desabastecimento de oxigênio medicinal — uma crise que expôs, com uma crueldade que ninguém no Estado esquece, o quanto a região dependia de estruturas produtivas de fora. Diante disso, o Grupo decidiu transformar dor em solução permanente. “A pandemia mostrou de forma muito dura o que a falta de uma estrutura produtiva local pode representar para a população. A Gases da Amazônia nasceu desse aprendizado e da decisão de transformar uma experiência dolorosa em uma solução permanente para a região”, afirma Sérgio Bringel. A empresa, que será inaugurada em breve, nasce comprometida a garantir que nenhum hospital amazonense volte a viver o que se viveu naqueles meses.
*Um campeão do Norte que não esqueceu de onde veio*
Há algo de particularmente simbólico em uma empresa nascida em Parintins, que é uma cidade do interior do Amazonas, distante da capital, dessas que raramente aparecem no noticiário nacional. Hoje, ela está presente em 22 estados e no Distrito Federal, gerando cerca de 4,5 mil empregos diretos. A história de expansão empresarial existe, mas principalmente, é a prova de que soluções pensadas para os desafios mais duros da Amazônia como as distâncias imensas, a logística complicada pelos rios e pela floresta, o acesso restrito a serviços básicos, podem, sim, responder a problemas parecidos em qualquer canto do Brasil.
“Nascer na Amazônia nos ensinou a trabalhar com realidades complexas e a buscar soluções adaptadas a cada necessidade. Foi a partir dessa experiência que conseguimos chegar a outras regiões do Brasil sem perder a conexão com as nossas origens”, diz Sérgio Bringel. É uma frase que carrega orgulho, mas também responsabilidade. A de um grupo que decidiu manter no Amazonas parte relevante das suas operações e dos seus empregos, mesmo depois de “ganhar o Brasil”.

Esse orgulho amazonense também ecoa nos investimentos em comunicação do Grupo. Com a TV Norte e, agora em 2026, com o lançamento da NC News — plataforma que une televisão, portal de notícias e redes sociais —, o Grupo Norte de Comunicação reforça um compromisso simples de enunciar, mas raro de sustentar que é contar a própria história da Amazônia, pela Amazônia, para o Brasil.
*O que os próximos anos precisam continuar sendo*
Ao completar 45 anos, os números do Grupo Bringel são como ponto de partida para uma responsabilidade que segue em aberto como a de continuar aparecendo onde a saúde, a logística ou a formação profissional ainda faltam. “Completar 45 anos representa reconhecer o caminho construído e, ao mesmo tempo, assumir a responsabilidade de continuar gerando empregos, apoiando profissionais, movimentando a economia e desenvolvendo soluções que melhorem a vida das pessoas”, conclui Sérgio Bringel.
No fim, é essa a métrica que realmente importa para quem está do outro lado do balcão de um hospital, seja como paciente, seja como profissional de saúde. É aquela matemática de quantas vezes um exame chegou a tempo, quantas cirurgias puderam acontecer porque o instrumental estava pronto, quantas mulheres do interior não precisaram mais escolher entre a própria saúde e a distância até ela.
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Por Press Comunicação Estratégica*



