Participação feminina na política em tema na ALEAM
Durante a sessão plenária desta terça-feira (3/11), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), os parlamentares estaduais abordaram temas relacionados à participação das mulheres na política.
Em seu pronunciamento, o deputado Rozenha (PSD) defendeu a ampliação da participação das mulheres nos espaços de representação política.
Ao falar sobre a participação feminina na política, o parlamentar lembrou a conquista do direito ao voto pelas mulheres no Brasil, na década de 1930, e observou que, apesar de a medida ter sido inicialmente motivada por interesses políticos da época, acabou contribuindo para ampliar a presença feminina nas decisões eleitorais do país.
“Parlamento que tem mulher tem dignidade, tem justiça e, acima de tudo, tem coragem e sensibilidade”, afirmou.
No mesmo assunto, a deputada Brena Dianná (UB) destacou a importância da luta histórica das mulheres pelo direito ao voto e a necessidade de ampliar a representatividade feminina nos espaços de decisão política.
A parlamentar lembrou que o dia 3 de novembro de 1930 marcou um momento importante na mobilização pelo sufrágio feminino no Brasil. A conquista foi oficializada em 24 de fevereiro de 1932, com a instituição do Código Eleitoral, que reconheceu o direito das mulheres de votar.
Brena Dianná ressaltou que o exercício do voto, atualmente considerado um direito natural da cidadania, é resultado de décadas de mobilização e enfrentamento de barreiras sociais e políticas. A deputada também chamou atenção para as restrições que marcaram a conquista inicial, uma vez que o direito não alcançou, em condições de igualdade, todas as mulheres brasileiras.
“Quando a gente vota, pensa que é algo tão normal, tão natural, que não lembra ou passa despercebido que muitas mulheres lutaram para que hoje tivéssemos esse direito”, afirmou.
Brena Dianná destacou que o reconhecimento dos direitos políticos das mulheres representa uma conquista histórica, mas defendeu a continuidade da luta por maior participação feminina nas instituições públicas.
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Por Ass. Comunicação ALEAM



