Aclamada para presidir Subcomissão Yanomami no Senado, Damares Alves já programa ir a Roraima
A senadora é uma das parlamentares que mais tem atuado nesta área, profunda conhecedora, foi eleita por aclamação pelos seus pares, e já tem plano de trabalho, da comissão que presidente, CDH, para mais uma vista aos indígenas, em Roraima
A Subcomissão da Comissão dos Direitos Humanos do Senado, agora, conta com a presidência da senadora Damares Alves, quando foi confirmada nesta posto, a partir de um trabalho criado pela própria parlamentar, onde tem como objetivo acompanhar de mais perto, fiscalizar e propor aprimoramentos para as políticas públicas direcionadas aos indígenas, em especial aos da Terra Yanomami. Alves quer poder cobrar mais respostas, efetivas, do Estado diante das crises na região indígena, que tem se agravado ao londo deste Governo Lula da Silva, IV.
Damares, que já é presidente da CDH, destaca que sua escolha para a Subcomissão trata de uma para fortalecer ainda mais a proteção de populações vulneráveis.
"O nosso papel aqui não é apenas debater, mas fiscalizar cada centavo e cada ação direcionada à Terra Yanomami. Precisamos garantir que a presença do Estado se traduza em saúde, proteção e dignidade na ponta, especialmente para as nossas crianças, para que tragédias não continuem acontecendo no escuro", reflete a linha de atuação da senadora à frente da comissão.
A Subcomissão Permanente é composta por cinco senadores titulares e cinco suplentes. O grupo realizará audiências públicas, reuniões periódicas e diligências para investigar a situação no território e dialogar com autoridades e lideranças indígenas.
“Estamos nos colocando à disposição do povo Yanomami para debater, escutar e agir em conjunto para a elaboração de políticas que ajudem na melhoria de vida. E a aclamação da senadora como presidente representa a unanimidade ao esforço feito por ela no decorrer da vida”, destacou o senador Flávio Arns (PSB-PR).
Em seu mandato, a parlamentar tem focado no combate à violência e na proteção da infância indígena, tendo inclusive aprovado recentemente na CDH o projeto que torna obrigatória a notificação de casos de desnutrição grave entre indígenas, para combater a invisibilidade epidemiológica e agilizar o socorro nas aldeias.
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Com Assessoria de Comunicação
Comissão de Direitos Humanos do Senado



