A cesta de três de LeBron não teve bola
| Não, não é a cesta que você está pensando… |
| A jogada mais valiosa de LeBron James nesta temporada aconteceu fora da quadra: a Polymarket pagará US$ 15 milhões por ano para ele ser garoto-propaganda da plataforma. |
| Para efeito de comparação, em julho, LeBron assinou com o Philadelphia 76ers e deve receber pouco menos de US$ 4 milhões do time nesta temporada 26/27. Ou seja, o contrato publicitário vale mais de 3x o salário do jogador. |
| A Polymarket é uma plataforma de mercados de previsão, onde os usuários apostam na chance de algo acontecer — inclusive em resultados de jogos. Pelo acordo, LeBron vai produzir conteúdos para as redes e vai focar no futebol americano, e não no basquete. |
| A polêmica por trás: O patrocínio de um jogador em atividade levanta dúvidas sobre um possível conflito de interesse. Pense que, depois do contrato, LeBron pode tentar influenciar as apostas da plataforma para gerar mídia para a empresa. |
| E LeBron não joga sozinho nessa. Derek Jeter e Eli Manning também têm contratos com a Polymarket. Na concorrente Kalshi, Giannis Antetokounmpo foi além e comprou uma pequena parte da empresa. |
| Mas o jogo não é unanimidade: Em setembro, a Procuradora-Geral de Nova York processou a Polymarket, acusando a empresa de operar jogos de azar ilegais, enquanto Wembanyama, astro dos Spurs, criticou a promoção dessas plataformas por colegas. |
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| (Imagem: Marca | Reprodução) |



