UM PAÍS QUE VIVE DAS NARRATIVAS CANHOTA
Na abertura dos trabalhos deste ano no Congresso, Lula da Silva veio com mais esta, no seu balanço de Governo, e, claro, o saldo, ele afirma é positivo nestes dois anos.
Elegendo o seus aliados - Hugo Mota, presidente da Câmara, e David Alcolumbre, presidente do Senado, novamente Governo tem seus parceiros para o que der e vier, e o ano começou, mas, nem tanto.
Isto porque o ano só começa mesmo neste país depois do carnaval, e assim, Senado segue calado, e Câmara só o nada do nada, e os deputados vão apenas falar suas bravatas.
Por sinal, dentre o que cada um pensa, o deputado federal pelo ES, Gilvan da Federal, com sua bandeira do Brasil a tira colo, da Tribuna mandou o seu repetido recado de que "Lula é ladrão", e aí, uma turminha de petistas presente, não se conteve e partiram para dizer que Gilvan lavasse a sua boca para falar do presidente deles. 'Eles ficaram agitados e subiram no tamanque.'
E, Sim, Lula é presidente da Esquerda, e em seus impuros e vergonhosos discursos é o que vem ao longo desses dois anos colocando e aumentando a divisão do país, quando ele só fala para o 'seu povo', e não são todos os brasileiros.
LULA E SUA MENSAGEM
O envio da mensagem, em todos os anos, é um rito tradicional da retomada dos trabalhos do Congresso. O documento com mais de 600 páginas traz um relato detalhado da situação econômica, social e política do país, na visão do Poder Executivo.
"Estamos comemorando os menores índices de pobreza da série histórica. A extrema pobreza caiu para 4,4%, ficando pela primeira vez abaixo de 5%. Nesses dois anos, o Brasil ficou menos pobre e menos desigual, com aumento dos salários, maior renda do trabalho e distribuição de renda mais justa. Cuidamos também para que oportunidades e direitos fossem ampliados", diz Lula no trecho de abertura da mensagem presidencial, lida pelo primeiro-secretário da Câmara dos Deputados, Carlos Veras (PT-PE). "Quando assumimos a presidência, o Brasil estava de novo no Mapa da Fome, com 33 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar. Em apenas dois anos, 24,4 milhões de brasileiros ficaram livres do pesadelo da fome. Chegaremos a 2026 tendo retirado o país, mais uma vez, do Mapa da Fome", diz outro ponto do texto.Na mensagem, Lula falou sobre reafirmação da democracia e aproximação entre as instituições da República.
"Nestes dois anos de governo, reafirmamos nosso compromisso com a democracia, o respeito às instituições e a relação harmoniosa entre os Poderes. Reafirmamos também o compromisso de promoção do desenvolvimento econômico com a inclusão social", observou.PS. Que democracia??



