"Regulação" das redes pelo Supremo
Limitando ainda mais a liberdade de expressão no Brasil
| Se alguém ainda tinha dúvidas sobre a natureza do regime brasileiro, o Supremo tratou de eliminá-las. Usurpando as prerrogativas do Legislativo previstas na Constituição, a Corte simplesmente rasgou o Marco Civil da Internet e, na prática, terceirizou a censura a seus críticos às empresas que controlam as redes sociais. Ao responsabilizar essas plataformas pelo conteúdo publicado, cria-se um incentivo poderoso para que apaguem tudo o que possa ser rotulado como “ataque à democracia”. |
Nas últimas eleições, vimos que, para o Supremo, “ataque à democracia” significa defender a agenda de direita e se opor à esquerda. Esse será o novo critério para determinar o que pode ou não ser postado nas redes.
Saudades do tempo em que o Brasil se tornar uma Venezuela era só um medo distante
Muita gente condenando a ditadura venezuelana pela prisão de uma jovem por críticas ao regime, mas no Brasil é ainda pior.
Uma cabeleireira foi condenada a 14 anos por uma frase escrita com batom numa estátua.
R$ 1,3 milhão em imóveis. R$ 290 mil líquidos. Algo não fecha…
Recentemente, revisitei o portfólio de um investidor de 58 anos, com perfil moderado e R$ 1,6 milhão em patrimônio. Mas, dos R$ 1,3 milhão imobilizados em imóveis, só restavam R$ 290 mil líquidos.
Algo não bate, não é?
Essa é uma situação que vejo com frequência: ter grande parte do patrimônio travado, sem liquidez, pode ser um erro comum. E, especialmente quando se tem planos de mudança para o exterior, a flexibilidade financeira se torna essencial.
Cada caso exige uma análise única, e a solução que proponho não é genérica — é feita sob medida, pensando no seu objetivo e nas suas necessidades, porque o que funciona para um investidor, pode não ser o ideal para outro.
Por isso, cada conversa é fundamental.
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