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COLUNA POLÍTICA

A nova manobra do desgoverno para iludir o eleitorado e conquistar voto dos mais pobres

06/10/2025 - 09:23

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E eles seguem rindo...Claro, eles riem dos otários, leia-se povo e especialmente os senadores...Redação AgNORTE


Presidente envia ao Congresso PL que amplia para R$ 5 mil a faixa de  isenção do Imposto de Renda — Planalto
Nos últimos dias, o país comemorou a notícia de que trabalhadores que ganham até R$ 5 mil ficarão isentos do Imposto de Renda, com redução parcial para rendimentos de até R$ 7.300. À primeira vista, parece uma vitória para a classe média e para os mais pobres. Mas a pergunta é inevitável: será que estamos realmente diante de uma redução de impostos?
A narrativa oficial sustenta que os mais ricos pagam proporcionalmente menos impostos do que os pobres. Com base nisso, o governo elevou a carga tributária sobre a parcela de maior renda, numa tentativa de compensar a renúncia fiscal com os mais pobres. A lógica segue o princípio de “tirar dos ricos para dar aos pobres”.
No entanto, essa comparação é falaciosa. O percentual pode parecer menor, mas, em valores absolutos, a maior parte da arrecadação vem da atividade produtiva: empresas e indivíduos com mais recursos. Ou seja, quem gera riqueza já é responsável pela maior fatia do bolo tributário.
Mais grave do que a retórica é o efeito prático. O ajuste da tabela do Imposto de Renda não foi acompanhado de um compromisso de atualização periódica. Isso significa que, em pouco tempo, a inflação empurrará novamente milhões de trabalhadores para a faixa de tributação.
A inflação, afinal, é um imposto oculto. Ela corrói o poder de compra dos mais pobres — justamente aqueles que supostamente seriam beneficiados — enquanto os mais ricos conseguem proteger-se alocando recursos em investimentos, os de renda baixa não têm essa alternativa.
Esse filme não é inédito. A Argentina já adotou medidas semelhantes, taxando os chamados “super ricos”. Com a escalada inflacionária, cidadãos que antes pertenciam à classe média passaram a ser enquadrados como alvo da tributação, até que até mesmo trabalhadores de renda modesta sofreram o peso do imposto.
O que começou como um discurso de justiça social se transformou em um ciclo de empobrecimento coletivo. E hoje o mesmo risco paira sobre o Brasil.
Ora, tributar cada vez mais aqueles que criam riqueza — empreendedores, empresários e investidores — reduz o incentivo para abrir negócios, gerar empregos e aumentar a produtividade. É esse motor que realmente eleva a prosperidade de uma nação.
Ao sufocar os agentes produtivos e, ao mesmo tempo, expandir gastos públicos sem controle, o governo empurra o país para uma espiral de pobreza disfarçada de redistribuição.
Por trás do alívio temporário, esconde-se uma manobra eleitoreira. O discurso do corte de impostos serve para angariar apoio popular no curto prazo, mas não altera a realidade estrutural: gastos públicos crescentes, inflação persistente e carga tributária que, cedo ou tarde, volta a recair sobre todos.
Assim como ocorreu na Venezuela, medidas populistas podem dar a ilusão de prosperidade inicial, até que não haja mais riqueza a redistribuir.
O resultado é uma sociedade empobrecida, enquanto a elite política e burocrática mantém seus privilégios — não por mérito, mas pelo controle do poder.
Mais comentários sobre o assunto:
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Por que a mídia ignora, justamente quando somos nós os alvos de agressão?
A screenshot of a news headline from Gazeta do Povo. The text reads 'Professor de universidade é chamado de fascista e agredido com socos por estudantes' in black font on a white background. The byline credits Dimitrios Elias Grintzos, dated 02/10/2025 at 21:00.
Quando a filha do ministro Fachin foi alvo de um ato de hostilidade, o caso ganhou grande cobertura pela militância de redação.
Já os atos quase diários de violência e intolerância contra conservadores nas universidades federais jamais são cobertos pela mesma militância.
Acho que “rolou um clima”.... risos
Governo Trump quer reabrir a tampa de esgoto que o regime brasileiro fechou, ao anular as condenações da Lava Jato.
O acordo que a Odebrecht fechou nos EUA está sendo questionado, por conta da falta de identificação de todas as entidades envolvidas nos esquemas de corrupção que foram expostos.
O caso pode ser reaberto. Será que isso pode respingar em Lula e sua turma?
O militante de redação acha graça
A photo of an older man with gray hair and glasses, wearing a dark jacket. The text overlay includes the logo 'METRÓPOLES' at the top, the title 'BLOG DO NOBLAT' below it, and the headline 'Poupem Bolsonaro da agenda: Ninguém tem dó do soluço?' in bold red and black text. Additional text mentions a date '01/10/2025 08:00' and a username '@viniciuscp82.'
O ex-presidente é um preso político e ainda sofre as sequelas de um grave atentado: foi esfaqueado por um extremista de esquerda.
Não é mero soluço — ele tem episódios de vômito e não consegue se alimentar direito. Tudo indica evolução para um quadro de paralisia do sistema gástrico, um caso sério.
Se dependesse desse pessoal, os opositores seriam todos eliminados. Nunca esqueça disso.
Alguém explica para esse otário incitador de violência que visto para entrar em qualquer país não é um direito, mas sim um privilégio?
A video thumbnail showing Tiago Santineli, a man with a beard and nose piercing, speaking into the camera. He wears a necklace and is indoors near a window with light filtering in. Text overlays include 'URGENTE' and 'Eu tô aqui na Europa, fiz show vários lugares' with a YouTube watermark.
Qual país gostaria de ter esse tipo de sociopata no seu território, que faz vídeos de incitação a violência contra opositores?
Por muito menos do que ele fez, integrantes da direita foram censurados e presos no Brasil.
Caso ele fosse cidadão americano, teria o direito de promover esse discurso escroto sem consequências legais, e o governo americano não poderia fazer nada a respeito. Como não é cidadão, tampouco está nos EUA, o governo tem todo o direito de impedir sua entrada.
“Eu me espanto com alguém imaginar que alguém chega ao Supremo e vai se intimidar com tweet”
Se alguém que chega no Supremo não se “intimida com tweets”, por que o Supremo abriu um inquérito, que segue em tramitação depois de 6 anos (!), para censurar, perseguir e até prender autores de tweets críticos?