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COLUNA POLÍTICA

Por que os ministros não querem o “Bessias” no Supremo?

16/10/2025 - 10:21

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Screenshot of a news article in Portuguese from UOL, featuring a photo of Luis Roberto Barroso in a suit against a blue background, with headline text stating Ministers of the STF tell Lula in January that a weak name will debilitate the Court, bullet points mentioning Jorge Messias as favorite to replace Barroso who announced retirement, and magistrates preferring senator Rodrigo Pacheco of PSD-MG for the position.
A razão é simples: trata-se de uma questão de erosão ainda maior da legitimidade da Corte.
Barroso, embora seja um dos ministros mais politizados do Supremo, ainda conseguia disfarçar o seu extremismo de esquerda sob um verniz acadêmico — o “véu professoral” e o tom aparentemente moderado.
Já Jorge Messias, o “Bessias”, é um soldado do PT, identificado publicamente como tal. Sua eventual nomeação deixaria ainda mais escancarado o aparelhamento do Supremo pelo petismo, algo que os próprios ministros parecem temer, por comprometer a já fragilizada imagem de independência da instituição.
O episódio também revela a divisão interna da Corte, que espelha o racha na coalizão de poder entre o Centrão e o PT.
Vale lembrar que Moraes não é petista — sua indicação foi combatida pelo próprio partido. Moraes é um quadro tucano, assim como Gilmar Mendes, nomeado por FHC.
O Centrão resgatou Lula como peça útil para manter o establishment político blindado, por meio da criminalização da oposição conservadora, com a Corte Constitucional atuando como instrumento de repressão sob o pretexto de “defesa da democracia”.
Mas como se pode defender a democracia instaurando censura e perseguição política?
Agora, o jogo mudou: o Centrão não quer a continuidade de Lula, que vem quebrando o país e alimentando o seu próprio projeto totalitário, baseado na consolidação do poder político e ideológico do PT sobre todas as instituições, mesmo com um apoio popular limitado.
Porém, evidentemente, o Centrão também não quer a volta de Bolsonaro ou de qualquer outro candidato antissistema que possa desafiar o arranjo de poder vigente.
A disputa pela nova vaga no Supremo — que parece se afunilar entre o soldado petista (Bessias) e o representante do Centrão (Pacheco) — será um termômetro decisivo para indicar os rumos da eleição de 2026, na qual o eleitor tende a ser apenas um coadjuvante do processo.
O otário perdeu o visto americano
Screenshot of a tweet by Tiago Santini criticizing a Nazi march homage where someone died too, quoting a US Department of State post about a Brazilian national charged for the event involving Charlie Kirk, with text in Portuguese discussing the march and a lack of grace from a conservative right-wing perspective, including profile images and timestamps.
Lembrando, visto americano é privilégio, não direito.
O comunismo não é compatível com o cristianismo
Screenshot of a news article titled Regimes comunistas China prende 30 pastores e intensifica perseguição às igrejas cristãs by John Lucas dated 13/10/2025 with 101 comments and reactions, featuring a portrait of Xi Jinping a Chinese leader in a dark suit and red background credited to Sergey Bobylev from Sputnik Kremlin.
O comunismo é uma religião secular, em que Deus é substituído pelo Estado.
O comunismo não tolera a existência de qualquer outra religião.
Eles sempre odiaram a classe média (e agora ela está pagando a conta)
Em maio de 2013, a “filósofa” Marilena Chauí deixou escapar uma declaração que revelou ao Brasil o modus operandi do projeto político que ela representa.
Em um ato falho, aparentemente envaidecida pela energia daquele simpósio de intelectuais, ela transpareceu o que os camaradas mais experientes preferem deixar a portas fechadas.
Disse ela no Centro Cultural São Paulo, com as pupilas dilatadas, quase babando no microfone:
“Eu odeio a classe média… a classe média é uma abominação política porque é fascista; é uma abominação ética porque é violenta; e é uma abominação cognitiva porque é ignorante.”

A fala ocorreu em um debate que contava com a presença ilustre de Emir Sader, Marcio Pochmann e, é claro, Lula.
Guarde essa informação por um minuto, porque já voltaremos a ela.
Marilena Chauí, que odeia você.
Entre 2010 e 2025, os preços no Brasil avançaram mais de 140%, enquanto a renda permaneceu praticamente estagnada.
A renda disponível da chamada classe C encolheu 10% entre 2017 e 2022, e o que antes representava ascensão, hoje se traduz em endividamento e cortes na qualidade de vida.
Viagens, escolas particulares e planos de saúde estão deixando de ser marca de estabilidade — e voltando a ser símbolo de privilégio.
A classe média, que por décadas sustentou o consumo e a arrecadação, tornou-se o principal amortecedor da crise fiscal do Estado.
Liderado por um projeto político estatizante e totalitário, o país transfere o custo da ineficiência pública para quem trabalha e produz.
Em outras palavras, enquanto o topo se protege e a base recebe auxílios, o meio — que sustenta ambos — perde poder.
Agora, junte as duas informações e responda com toda sinceridade: estamos diante de uma coincidência, ou de um método?
Será que o seu poder de compra está sendo corroído por uma obra do acaso, um efeito colateral, um acidente… ou é do interesse de quem está no Planalto?
O meu problema é ter memória.
Em menos de um ano, você e mais 150 milhões de brasileiros voltarão às urnas para eleger o próximo presidente (além de senadores, deputados e governadores).
Estamos entrando em um momento crítico do processo eleitoral: os agentes políticos começam a se organizar, as alianças ficam mais evidentes, os objetivos de cada lado se tornam mais claros.
Assim como eu, você já sabe que as decisões de Brasília provocam um impacto direto no seu bolso.
Por mais que você não concorde, por mais que você não se sinta representado, por mais que o noticiário político não traga nenhuma manchete alinhada ao que você acredita, os efeitos dessa política estatizante e totalitária são inescapáveis.
Você, que trabalha, empreende e investe, paga a conta.
A máquina estatal te sufoca, ao mesmo tempo, em que o seu dinheiro vale cada vez menos.
Não há como escapar totalmente, mas é possível REDUZIR DANOS.
E essa é a principal mensagem que eu gostaria de passar com esse texto.
Desde que me especializei em ciência política e decidi viver em Miami, há mais de 10 anos, eu venho me dedicando a ajudar milhares de famílias brasileiras que, exatamente como você, estão buscando reduzir o enorme peso do estado sobre o seu patrimônio.
A leitura do cenário político é parte importante dessa missão, mas não é a única: você precisa dominar as ferramentas que o mercado financeiro oferece.
No próximo dia 10 de novembro, às 19h, entrarei ao vivo com meus sócios da Liberta Investimentos, Fernando Ulrich e Stormer, em uma live que vai analisar o cenário político e econômico pelos próximos 365 dias.
Você vai entender a melhor estratégia para se posicionar nesse momento de incerteza.
Não importa se você busca apenas proteger o que já conquistou, ou se está mirando multiplicar o seu patrimônio: com a leitura certa, você coloca as probabilidades a seu favor e usa o mercado financeiro em benefício próprio.
Mais detalhes na live, que é totalmente gratuita, mas exclusiva para inscritos.
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