Por que o nível de criminalidade em uma sociedade é, antes de tudo, uma decisão política
Encaminhou este email? Inscreva-se aqui para receber mais. Há décadas, a esquerda brasileira atua para transformar criminosos em “vítimas da sociedade”, usando-os como instrumentos de sua própria revolução. O resultado está diante de nós. Já imaginou o que seria do Brasil se a Justiça tratasse traficantes com o mesmo ímpeto que demonstra ao perseguir senhoras idosas com bíblias na mão, apenas por protestarem contra a ascensão do Descondenado à presidência? Será que algum militante de redação, político de esquerda ou ministro ousou chamar os bandidos abatidos no Rio, ontem, de “terroristas” ou “criminosos que atentam contra o Estado Democrático de Direito”? “Eu não quero as Forças Armadas, na favela, brigando com bandido. Enquanto eu for presidente, não vai ter GLO.” Descondenado, em outubro/23.Música para os ouvidos dos traficantes. Parece que não colou… O governo Trump sabe que o Descondenado é o padrinho político de Maduro — e que o Foro de São Paulo, fundado por Fidel Castro e por Lula, esteve por trás da ascensão de Chávez ao poder na Venezuela, oferecendo suporte político à narcoditadura venezuelana desde então. Ao se oferecer para “mediar” o conflito, o Descondenado busca, na verdade, proteger mais uma vez a brutal ditadura chavista. Esses são os “especialistas” que a militância de redação chama para falar sobre segurança pública Pior, a lógica toda da (in)segurança pública brasileira é baseada nas ideias dessa gente. Por que o ministro Moraes assumiu a ADPF das favelas? Segundo o professor Andre Marsiglia, o regimento interno não foi cumprido. O Brasil acabou Dois presidentes, um deles retirado da cadeia e colocado na presidência para “defender a democracia”, mesmo depois de ter sido condenado em três instâncias por corrupção e lavagem de dinheiro, no âmbito do maior escândalo da história. O outro, retirado da presidência e colocado em prisão, condenado por um “golpe” que jamais aconteceu. O que a mídia militante expõe não passa de uma propaganda montada por um teatro Os vagabundos retirando a farda dos criminosos mortos em confronto com a polícia, para apresentá-los à imprensa como “vítimas”. |










