Após apontar o óbvio sobre o Brasil, esquerda cria FAKE NEWS para CANCELAR chanceler alemão
FAKE NEWS!Eu, como tantos outros, não tive qualquer motivo para me ofender com a fala de Merz. Só quem vive em completa negação não enxerga que, infelizmente, existem cidades no Brasil totalmente fora de qualquer parâmetro minimamente compatível com o mundo civilizado. É a realidade escancarada — por mais que doa em alguns. Merz apenas disse o que muita gente pensa e não tem coragem de afirmar abertamente: ele atravessou de frente a espessa camada de fingimento, autoengano e choradeira fabricada pela máquina de propaganda esquerdopata. Quem se irritou não está defendendo o Brasil — está defendendo a própria bolha ideológica e, pior ainda, protegendo os políticos corruptos que parasitam a máquina pública há gerações, travando o desenvolvimento do país. Os brasileiros deveriam direcionar sua indignação a esses políticos, não a um estrangeiro que simplesmente apontou o óbvio. Não fosse o apoio da esquerda brasileira, talvez não teríamos tamanha destruição na Venezuela Qualquer país que valorize a liberdade e os direitos humanos deveria apoiar a pressão exercida pelo governo americano para pôr fim à brutal narcoditadura venezuelana. É difícil dimensionar o sofrimento que o regime chavista impôs ao povo da Venezuela — outrora uma das nações mais prósperas do continente, hoje transformada pelos comunistas em um inferno de miséria e repressão política. Também não podemos ignorar a vergonhosa participação de Lula e da esquerda latino-americana nesse processo. Não fosse o apoio da esquerda brasileira, Chávez talvez nem tivesse chegado ao poder, muito menos permanecido nele por tanto tempo. O que seria melhor para o povo de Belém, que vive em uma das capitais mais pobres do país? 1. Realizar uma conferência sobre “clima” com custos que chegam a centenas de milhões de reais; ou 2. Investir esses recursos em infraestrutura — começando pelo saneamento básico, que atende apenas cerca de 19% da população? Criticar o chanceler alemão por dizer o óbvio é fácil. Difícil, para os políticos que o atacam, é parar de desviar recursos e finalmente começar a entregar algo que realmente melhore a vida das pessoas. Não por acaso, é o favorito para indicação ao Supremo pelo Descondenado Segundo a Band, o “Bessias” recebeu denúncias de fraude no INSS, mas sentou em cima do material por mais de um ano, sem nada fazer.Quando até as grandes desistem do Brasil, o problema não é mais conjuntural — é estrutural Nos últimos dias, uma notícia ganhou força e expôs algo que muitos empreendedores já sentiam, mas poucos tinham declarado de forma tão direta: a Lupo, empresa centenária e uma das maiores do país, inaugurou sua primeira fábrica fora do Brasil — em Ciudad del Este, Paraguai. E o que chamou atenção não foi apenas a mudança geográfica, mas a clareza brutal da justificativa dada pela CEO: “O Brasil empurrou a gente para o Paraguai.” A frase resume uma realidade sobre no que a esquerda está transformando o Brasil: para quem empreende, está ficando impossível permanecer competitivo. E não se trata de retórica — trata-se de matemática. O movimento da Lupo foi acelerado pela Lei 14.789/2023, que extinguiu a isenção de impostos federais sobre incentivos fiscais estaduais. Na prática, empresas que já sofriam com margens comprimidas passaram a pagar ainda mais para produzir aqui. Enquanto isso, competem com países vizinhos que operam com custo regulatório infinitamente menor. Não é uma discussão ideológica. É uma comparação objetiva entre sistemas tributários. O caso da Lupo só parece “otimização” para quem olha superficialmente. Quando se analisam os números, fica evidente que se trata de sobrevivência operacional: Resultado da Lupo Redução de custo projetada: ≈ 28% Capacidade produtiva anual: até 20 milhões de pares Esse movimento não é exceção. É sintoma. E o fenômeno não se limita a fábricas. Enquanto empresas migram para o Paraguai para manter eficiência, profissionais altamente qualificados estão migrando para Malta, país que oferece: residência legal simplificada, tributação leve, estabilidade institucional, e qualidade de vida muito superior. O padrão é claro: países discretos, pouco comentados, entregando aquilo que os destinos “populares” já não entregam — eficiência, previsibilidade e custo baixo. Malta para o indivíduo. Paraguai para o negócio. E ambos revelam a mesma tese: Escolher o país errado custa caro. Escolher o certo transforma tudo. E essa decisão nunca foi tão urgente. Ora, se empresas e profissionais estão buscando países “incomuns” para garantir eficiência, segurança e liberdade, é seguro você continuar preso a um único país que limita tudo? A concentração total da sua vida financeira em um único território — especialmente um território instável — nunca foi tão arriscada. O Passaporte Financeiro te mostra como começar a mover parte da sua vida financeira para fora desse ambiente de incerteza: acessar moedas fortes, reduzir exposição ao Brasil, escolher jurisdições inteligentes, e construir proteção real contra decisões internas sobre as quais você não tem controle. Tudo de forma simples — e absolutamente legal. Se quiser entender como aplicar essa estratégia no seu caso, clique no botão abaixo e saiba mais: ACESSO A TODOS OS DETALHES O acesso aos artigos de Ruschel são gratuitos, mas você pode ser um colaborador e fazer uma doação para apoiar seu trabalho.
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