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COLUNA POLÍTICA

A pergunta que todas sabem a resposta sobre Moraes ter intermediado pelo Banco Master

Por que um ministro pressionaria o presidente do BC para aprovar uma operação de fusão de um banco encrencado?

Por Leandro Ruschel

23/12/2025 - 09:32

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Da coluna da Malu Gaspar:
“Os relatos sobre as conversas foram feitos à equipe do blog por seis fontes diferentes nas últimas três semanas. Uma delas ouviu do próprio ministro sobre o encontro com Galípolo, e as outras cinco souberam dos contatos por integrantes do BC.
Na versão desses integrantes, Moraes fez pelo menos três ligações para saber do andamento da operação de venda para o BRB e, em julho deste ano, pediu que o presidente do BC fosse ao seu encontro.
Nessa conversa, de acordo com o que o próprio ministro contou a um interlocutor, ele disse que gostava de Vorcaro e, repetindo um argumento que o banqueiro usava muito, afirmou que o Master era combatido por estar tomando espaço dos grandes bancos.
Pediu, ainda, que o BC aprovasse o negócio com o BRB, que tinha sido anunciado em março, mas estava pendente de autorização da autarquia. Naquele momento, já se sabia em Brasília que havia um racha entre diretores do BC sobre decretar ou não intervenção no Master.
Galípolo, então, respondeu a Moraes que os técnicos do BC tinham descoberto as fraudes no repasse de R$ 12,2 bilhões em créditos do Master para o BRB. Diante da informação, segundo os relatos, o ministro teria reconhecido que, se a fraude ficasse comprovada, o negócio não teria mesmo como ser aprovado.”
Veja mais comentários sobre o assunto:
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Lula disse que uma intervenção armada na Venezuela seria um “desastre humanitário”. Mas será mesmo que seria?
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Em uma nova declaração sobre os avanços americanos contra a ditadura de Maduro, Lula disse que uma intervenção armada na Venezuela seria um “desastre humanitário”.
Não, Descondenado.
A verdadeira catástrofe humanitária foi o chavismo — regime que você ajudou a erguer e a sustentar ao longo de décadas, ao lado do seu amigo ditador Fidel Castro, cofundador do Foro de São Paulo.
A Venezuela, outrora um dos países mais prósperos da América Latina, foi transformada em um favelão, com cerca de 95% da população vivendo na pobreza.
Mais de 8 milhões de venezuelanos foram forçados a abandonar o país — algo em torno de 25% da população. Para efeito de comparação, seria como se 50 milhões de brasileiros deixassem o Brasil.
Isso, sim, é um desastre humanitário jamais visto na América Latina.
O regime se mantém exclusivamente por meio de repressão brutal: a oposição é censurada, presa, torturada e assassinada nas masmorras do Estado. As eleições são sistematicamente fraudadas, sem qualquer resquício de legitimidade democrática.
Como o próprio Chávez — e o próprio Lula — já admitiram, a chegada do tirano ao poder só foi possível graças à articulação do Foro de São Paulo. E quando as Forças Armadas, com apoio da sociedade civil, retiraram Chávez do poder, foi a atuação de FHC e, posteriormente, de Lula, que o recolocou no cargo — para destruir o país.
Lula chegou a chamar essa operação de “ação entre amigos”.
Em 2013, após a morte de Chávez, Lula enviou seu time de marqueteiros a Caracas para apoiar a eleição de Nicolás Maduro, chegando ao ponto de gravar peças de propaganda eleitoral enquanto ainda se recuperava de um tratamento contra um tumor na garganta.
Mais tarde, esses marqueteiros foram presos e confessaram que o esquema de corrupção revelado pela Lava Jato, envolvendo empreiteiras brasileiras, foi utilizado para financiar a campanha de Maduro.
Mesmo após anos de uma ditadura brutal na Venezuela, o primeiro ato oficial de Lula ao retornar ao Palácio do Planalto foi receber o narcotirano Maduro com tapete vermelho.
Em resumo, Lula tem as mãos manchadas com o sangue do povo venezuelano e, mais uma vez, escolhe se alinhar a uma ditadura criminosa.
O grande sonho de Lula e da esquerda brasileira sempre foi impor ao Brasil o mesmo regime chavista que ajudaram a consolidar na Venezuela.
Poxa, custa caro “defender a democracia”
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“A esposa do ministro Moraes viu o seu patrimônio pessoal crescer de R$ 24 milhões para R$ 79,7 milhões no período de 2023 a 2024. A informação é de Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo.”
Milei destrói o Descondenado em encontro do Mercosul
Enquanto Lula manteve o seu apoio à narcoditadura brutal venezuelana, como faz há mais de duas décadas, Milei apresentou a clareza moral necessária a qualquer líder:
“A ditadura atroz e desumana do narcoterrorista Maduro lança uma sombra escura sobre a nossa região. Esse perigo e essa vergonha não podem continuar existindo no continente, ou acabará arrastando todos consigo.
A Argentina SAÚDA a pressão dos Estados Unidos para libertar o povo venezuelano. O tempo de ter uma abordagem tímida para este assunto ACABOU!”
Deve ser apenas coincidência que os principais candidatos da oposição ao Senado estão sendo alvo de inquéritos supremos em série...
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Do UOL:
“Essa lógica da perseguição a pré-candidatos do PL ao Senado tem sido repetida ao longo de 2025. Foi usada, por exemplo, quando o ex-ministro do Turismo Gilson Machado (PE) foi preso em junho —na época ele estava colocado como pré-candidato ao Senado em Pernambuco.
Tanto Jordy como Sóstenes disputam espaço no PL para ocupar uma das duas vagas ao Senado no Rio.
Gayer é um dos favoritos para a disputa ao Senado em Goiás, segundo pesquisa Real Time Big Data. Em todos os cenários, aparece atrás apenas de Gracinha Caiado (União) na disputa por uma das duas cadeiras nas eleições do próximo ano.
Os ministros que estão no foco do grupo são Moraes e Dino, relatores dos processos que mais incomodam os congressistas: a trama golpista e o das emendas parlamentaristas, respectivamente.
Ambos têm em seus gabinetes investigações sobre supostos desvios em cotas parlamentares —justamente o que gerou as operações e o indiciamento recentes.”
Parece que a Globo está realmente largando a mão de Moraes
Merval Pereira dizendo que as revelações da colunista do Globo, Malu Gaspar, sobre atuação de Moraes a favor do Banco Master junto ao BC justificariam uma ação de impeachment.
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