O que estamos perdendo quando esquecemos o que realmente importa? I Uma reflexão para o Natal
Vivemos mergulhados em um ruído constante. Na correria do dia a dia, nas tarefas do trabalho, nas interações com as pessoas, no engajamento político, nas discussões sobre os últimos acontecimentos e, sobretudo, no turbilhão interminável das redes sociais, torna-se cada vez mais fácil perder a noção daquilo que realmente importa O mundo nos mantém ocupados — mas raramente atentos. Atentos ao essencial. Atentos ao que sustenta tudo o que fazemos, pensamos e defendemos. Tenho convicção de que a luta das pessoas de bem, seja por um Brasil melhor ou por um mundo melhor, não se resolve apenas no campo político. Não se trata apenas de rearranjos de poder, de eleições, de cargos ou de discursos bem articulados. O nível de degeneração que atingimos não é apenas institucional. Ele é mais profundo. Ele é espiritual Quando a ordem interior se rompe, nenhuma ordem exterior se sustenta por muito tempo. É justamente por isso que o Natal carrega um significado tão central. Ele existe para nos lembrar daquilo que foi esquecido no meio do barulho: o bem, a verdade, a beleza, a paz, a esperança. O Natal não é uma pausa sentimental no calendário. É um chamado à memória. Um retorno ao eixo. Mais do que uma celebração, é um convite à iluminação do coração — individual e coletiva. Que esse movimento comece em cada um de nós, mas que também alcance aqueles que ocupam posições de liderança e poder, para que possamos, como sociedade, reencontrar o caminho do bem, o caminho da paz e o caminho da prosperidade verdadeira Esses não são votos vazios. São desejos ancorados na compreensão de que nenhuma reconstrução externa acontece sem uma restauração interior. Que o Natal nos devolva aquilo que o mundo insiste em nos fazer esquecer. O meu recado pessoal para você e seus entes queridos: Não sei o que é mais grave, a denúncia que está longe de ser esclarecida, ou a reação sugerida pelo panfleto petista Segundo a milícia digital petista, o ministro estaria “com sede de vingança”, e “preparando dura resposta” à suposta fonte da denúncia que produziu uma série de matérias na imprensa, expondo o contrato de R$ 129 milhões do Banco Master com o escritório da sua esposa. Mantida a história sobre Moraes, Galípolo e o Banco Master Malu Gaspar mantém a sua história sobre reuniões entre Moraes e Galípolo para tratar do Banco Master, e afirma que a nota apresentada hoje por Moraes para dizer que tratou com Galípolo apenas sobre Magnitsky se refere a uma outra reunião, em que outras pessoas participaram.Ela diz que a reunião sobre o Master entre os dois teria acontecido em outra data, além de outras ligações telefônicas sobre o tema. Além disso, ela afirma que investigou por semanas e não identificou nenhum serviço relevante prestado pelo escritório da esposa do ministro ao Banco Master. O acesso aos artigos de Ruschel são gratuitos, mas você pode ser um colaborador e fazer uma doação para apoiar seu trabalho.
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