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COLUNA POLÍTICA

08 de Janeiro e a FARSA da “tentativa de golpe”

Por Leandro Ruschel

10/01/2026 - 08:39

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A manifestação que acabou em depredação no dia 8 de janeiro de 2023 jamais foi uma “tentativa de golpe” no sentido real e objetivo do termo. Foi, isto sim, um protesto popular que descambou para o vandalismo, agravado por um fator que até hoje segue mal explicado: a inação, ou incompetência, das forças de segurança para impedir as invasões e conter a escalada da violência.
O precedente histórico para tal leitura é cristalino: em 2006, quando centenas de militantes de um movimento sem terra, liderado por um integrante da Executiva do PT, invadiram e depredaram a Câmara dos Deputados — deixando funcionários gravemente feridos e um rastro de destruição —, a Justiça Federal ordenou a soltura imediata de quase todos os 542 detidos em menos de 48 horas. Naquela ocasião, a decisão foi enfática ao atribuir a responsabilidade à fragilidade do policiamento e à omissão do Estado em proteger o prédio público, tratando o episódio como uma falha de segurança e não como um atentado contra a ordem constitucional — um contraste gritante com o rigor seletivo e as prisões em massa que sustentam a narrativa atual.
O que ocorreu em 2023 foi uma explosão de revolta popular diante daquilo que, para milhões de brasileiros, representou o verdadeiro “golpe” em curso nos anos anteriores: a descondenação de Lula, a reabilitação política de seu grupo e sua alçada de volta ao poder, na esteira do avanço de um regime de censura, perseguição política e criminalização sistemática do campo conservador.
A narrativa oficial exige que aceitemos como plausível que um grupo formado, em sua maioria, por cidadãos comuns — muitos idosos, desarmados e sem qualquer estrutura militar — teria ido a Brasília para derrubar a República. É uma tese que desafia a lógica.
Como um golpe de Estado poderia ser conduzido por esse perfil de manifestante? Uma frase escrita com batom numa estátua é uma “tentativa de golpe”? É sério?
A narrativa promovida pelo establishment é que os manifestantes invadiram os prédios públicos com o objetivo de “forçar” uma intervenção militar, e que então o Exército “daria o golpe”. Ora: se esse era o plano, por que não ocorreu? Por que nenhuma estrutura de comando emergiu? Por que nenhuma autoridade militar aderiu? Porque, justamente, isso não foi golpe: foi indignação popular canalizada de forma caótica — e explorada como pretexto político.
Mais: antes mesmo de deixar o Planalto, Bolsonaro empossou no comando das Forças Armadas militares indicados por Lula, assinando os decretos que oficializaram essas nomeações. Se estivesse, de fato, tramando uma ruptura institucional, teria feito o oposto: teria colocado, nos postos-chave, oficiais alinhados ao seu projeto, dispostos a embarcar numa aventura golpista.
Mas não. Ele entregou a cadeia de comando justamente a nomes apontados pelo adversário que voltaria ao poder. E, ainda assim, o país foi levado a crer que o “golpe estava pronto”, como se um levante pudesse ser executado sem comando, sem adesão militar e sem sequer o controle da estrutura de segurança.
O que havia — e o que de fato ocorreu — foi a tentativa de encontrar um caminho legal e institucional para contestar um processo eleitoral que a direita percebeu como explicitamente enviesado, favorável a Lula, mediante censura recorrente contra conservadores, interferência no debate público e uma postura de hostilidade do Judiciário contra Bolsonaro e seus apoiadores.
Apenas em ditaduras é que eleições não podem ser contestadas.
Muito antes das eleições, ainda em 2019, foi baixado pelo Supremo o chamado Inquérito das Fake News — um verdadeiro ato institucional que deu superpoderes aos ministros: investigar críticos, censurar vozes dissonantes, anular investigações que os atinjam e impor medidas extremas sob a desculpa de “proteção das instituições” e da “democracia”.
A procuradora-geral, à época, foi direta: chamou o inquérito de “tribunal de exceção”, exigindo seu arquivamento, pedido que foi negado — contrariando jurisprudência estabelecida. Até mesmo líderes esquerdistas criticaram o ato. Randolfe Rodrigues chegou a pedir o impeachment de ministros por conta do inquérito. Mudou completamente de opinião quando percebeu que ele seria usado para silenciar a direita.
E, desde então, centenas de brasileiros foram alvo de censura, buscas e apreensões, bloqueios de contas, cancelamento de passaportes e prisões, em inquéritos intermináveis, deixando de contar, na prática, com garantias fundamentais.
As eleições apresentaram um show à parte de truculência e censura. Recortes de matérias jornalísticas com escândalos de governos petistas foram proibidos de circular porque representariam “desordem informacional”. As informações seriam verdadeiras, mas “a conclusão seria falsa”, afirmou o ministro que deu a canetada.
Um documentário que poderia ser negativo para Lula foi proibido de ser exibido antes do final das eleições. Lula pôde chamar Bolsonaro de “genocida”, em nome da “liberdade de expressão”, enquanto Bolsonaro foi impedido de chamar Lula de “ladrão”. A regra era clara: para um lado, tolerância total; para o outro, censura.
Denúncias do ex-diretor da Secretaria de “Enfrentamento à Desinformação” da Justiça Eleitoral deixam claro que foi montada uma verdadeira central de repressão à direita. Em troca de mensagens com um superior, ele foi claro: se não encontrou provas para justificar a censura, “seja criativo”.
O voto impresso — antiga demanda da direita, aprovada quase por unanimidade no Congresso — foi sumariamente descartado. E quem ousasse levantar qualquer questionamento sobre o sistema brasileiro de votação, que não é usado por nenhum país desenvolvido, passou a ser tratado como criminoso.
establishment brasileiro decidiu que Bolsonaro não poderia ter mais quatro anos. Decidiu que seu movimento representava uma ameaça existencial. E, por isso, deveria ser esmagado — ainda que fosse necessário passar por cima da Constituição e dos direitos fundamentais. A Justiça passou a ser o veículo para garantir esse desfecho, e o 8 de janeiro tornou-se o símbolo perfeito para justificar o projeto: criminalizar um campo político inteiro.
Os promotores dessa perseguição afirmam que o 8 de janeiro justifica todas as medidas tomadas até então. Mas não é exatamente o contrário? Se a direita não estivesse sendo perseguida há anos, se o debate público não tivesse sido estrangulado e se o processo eleitoral não tivesse viés claro, haveria esse tipo de indignação e protesto?
Hoje, fica cada vez mais claro que o Brasil está mergulhado em corrupção e deterioração institucional. Escândalos sucessivos, denúncias bilionárias, a relação promíscua entre autoridades e aqueles que deveriam fiscalizá-las, a captura do Estado por interesses partidários e a expansão de facções criminosas por diferentes camadas da sociedade reforçam a sensação de que o país está à deriva — ou pior: dominado.
E quem resolve se opor a tudo isso corre sério risco de ser calado — ou coisa pior.
Ficou claro, também, que “defender a democracia” virou um ótimo negócio pessoal para os supostos “defensores”.
Bolsonaro e seu círculo mais próximo estão presos, assim como centenas de brasileiros — muitos deles buscando liberdade no exílio — não porque tenham tentado dar um golpe real, mas porque passaram a representar uma ameaça ao sistema estabelecido: um sistema que busca consolidar o poder de forma truculenta e sem contrapesos, permitindo a repetição das práticas expostas pela Lava Jato sem o risco de sofrer qualquer consequência.
A Venezuela está aí para mostrar como um país pode ser destruído e dominado quando toda a máquina pública é tomada, quando a oposição é neutralizada e quando o debate público é sufocado.
Infelizmente, é difícil escapar da impressão de que este é o destino para o qual estão empurrando o Brasil.
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Moraes anula investigação do CFM sobre atendimento ao ex-presidente Bolsonaro e ainda abre investigação contra o presidente da entidade!
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Eu iria escrever “INACREDITÁVEL”, mas já não é mais possível se surpreender com nada no regime brasileiro.
Diante do anúncio de que o Conselho Federal de Medicina (CFM) iria investigar denúncias sobre as condições de atendimento ao ex-presidente Bolsonaro — que caiu e bateu a cabeça — Moraes ANULOU a decisão do Conselho, afirmando que a entidade não teria competência para investigar o atendimento médico prestado pela Polícia Federal.
Segundo ele, o CFM “ignora os fatos” e “age ilegalmente”, pois a PF teria prestado pronto atendimento ao ex-presidente.
E não parou por aí: Moraes determinou que a própria Polícia Federal investigue o presidente do CFM por eventual responsabilidade criminal.
Ou seja: além de ministro do Supremo, Moraes também parece se considerar especialista médico, com competência para avaliar se o atendimento da equipe médica da PF foi adequado.
Essa troca entre os militantes de redação da Lula News é fantástica
Guga Chacra lembra que outros presidentes americanos já fizeram intervenções em outros países.
A outra militante, Natuza Nery, reconhece o ponto, mas questiona: por que com Trump parece diferente?
Será que ela realmente não percebe?
A imprensa virou um órgão de propaganda ideológica da esquerda. Por isso, todo o eixo de atuação desse pessoal é:
promover a agenda socialista;
criminalizar qualquer opositor dessa agenda.

Nesse cenário, se Trump inventasse a cura do câncer, esse pessoal certamente encontraria algum problema nisso.
Com Bolsonaro era a mesma coisa.
Já políticos de esquerda têm licença para fazer o que quiserem — e ainda serão defendidos.
E há quem chame isso de “jornalismo profissional”.
Lula — o Maduro brasileiro — não demonstra qualquer intenção de reduzir a perseguição política contra a direita
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Pelo contrário: quer ver toda a direita criminalizada e presa, como acontece no regime chavista, que ele ajudou a consolidar e que apoia até hoje.
A chamada “dosimetria” está muito longe do que representaria, de fato, justiça — que seria a anulação de processos sumários, conduzidos pelas próprias “vítimas” e com parco direito de defesa, em afronta ao ordenamento jurídico nacional.
Além disso, dosimetria não é anistia. No máximo, poderia oferecer algum alívio aos perseguidos políticos que já estão no cárcere, reduzindo penas — mas sem corrigir a origem da injustiça.
Mesmo assim, nem esse pequeno alívio o Descondenado — que foi, na prática, “anistiado” após ter sido condenado duas vezes, no maior escândalo de corrupção da história — está disposto a conceder aos seus opositores.
Fica claro o sonho de Lula e da esquerda brasileira: transformar o Brasil na Venezuela.
Tim Walz é o tipo de político que prova por que a esquerda americana não pode administrar nem um carrinho de feira sem virar escândalo
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O governador de Minnesota — estado onde fica Minneapolis, agora palco de confronto com agentes federais e morte em operação de imigração — é uma mistura de militante com gestor incompetente, e ainda posa de estadista.
Walz virou o símbolo perfeito do Partido Democrata atual: radical, irresponsável e cúmplice por omissão.
Ele comprou toda a agenda extremista do partido: ideologia de gênero, raça como instrumento de divisão social, fronteiras abertas, leniência com crime, hostilidade às forças federais, e narrativa acima da lei.
E quando a realidade bate na porta, ele faz o que sempre faz: foge, culpa “o sistema” e joga gasolina no caos.
Agora ele anunciou que não vai disputar a reeleição.
Minnesota virou sinônimo de fraude bilionária em programas públicos, uma drenagem monumental de recursos, explorada por redes que se aproveitaram de dinheiro federal com ONGs e empresas de fachada, enquanto o governo fingia que não via. Investigações federais apontam centenas de milhões desviados em um dos maiores casos do tipo no país.
E como se o escândalo já não fosse suficiente, ele ainda resolveu brincar de “revolução”.
Em vez de apoiar a aplicação da lei, Walz ameaçou acionar a Guarda Nacional contra agentes federais — como se o governador de um estado tivesse autoridade para declarar guerra contra o governo federal.
Walz quer impor a “lei” do Partido Democrata acima da lei dos Estados Unidos.
E o resultado está aí: Minneapolis em ebulição, confronto com o ICE, morte no meio da rua, versões conflitantes, protestos, radicalização e o governador estimulando o conflito como se fosse campanha eleitoral.
Minnesota virou vitrine: da corrupção, da falência moral e do colapso institucional promovido pela esquerda.
A seguir, posto uma análise do Grok sobre a mulher que tentou atropelar agente de imigração e foi morta a tiros, em Minneapolis
Mas antes, um breve comentário, especialmente para quem mora nos EUA, ou visita o país.
JAMAIS deixe de seguir ordens policiais, e muito menos acelere o carro contra policiais, obviamente. Você será alvejado. Tentativa de fuga também é uma péssima ideia.
Diferentemente do Brasil, em que há uma tolerância maior com criminosos, além de uma postura agressiva da Justiça contra agentes da polícia, nos EUA, de uma maneira geral, os policiais são condenados apenas em casos patentes de imprudência ou intenção criminal.
Análise do Grok:
Análise do Incidente: Uso da Força e Protocolos do ICE
A conduta do agente do ICE no incidente em Minneapolis está sob intenso escrutínio. A análise técnica do caso se divide entre a justificativa federal de legítima defesa e as contestações das autoridades locais.
1. Justificativa Técnica (Protocolo DHS)
De acordo com a política de uso da força do Departamento de Segurança Interna (DHS), que rege os agentes do ICE, a força letal é autorizada quando há uma crença razoável de que o sujeito representa um risco imediato de morte ou lesão grave ao agente, ou a terceiros.
Ameaça Veicular: Embora o disparo contra veículos em movimento seja restrito, o protocolo permite a ação se o veículo for utilizado como arma.
Análise das Imagens: No vídeo em câmera lenta, observa-se o agente abrindo a porta do SUV para uma tentativa de detenção. No momento em que o veículo acelera (identificado pela fumaça do escapamento e giro dos pneus na neve), o agente, ainda em contato direto com a porta, poderia ser arrastado ou atropelado. Sob esta ótica, o uso da arma serviu para “cessar a ameaça iminente”, alinhando-se a políticas similares às do Departamento de Justiça.
2. Contestações e Controvérsias Locais
Lideranças locais, como o prefeito Jacob Frey e o governador Tim Walz, contestam a narrativa federal, classificando-a como “propaganda”. Os principais pontos de divergência são:
Intenção de Fuga vs. Ataque: Autoridades locais afirmam que o vídeo não mostra uma tentativa de atropelamento, mas sim uma manobra de fuga lenta. Testemunhas descrevem que a motorista — uma civil de 37 anos, que não era o alvo original da operação — tentava apenas se afastar.
Táticas de Posicionamento: O chefe de polícia de Minneapolis questionou a tática empregada. No treinamento policial moderno, agentes são instruídos a evitar se posicionar à frente ou diretamente ao lado de veículos para não criar, eles mesmos, a situação de perigo que “justificaria” o disparo.
3. Divergências de Narrativa
O ICE classificou o ocorrido como um ato de “terrorismo doméstico”, alegando que o veículo foi “armado” contra os oficiais. Em contrapartida, análises independentes de vídeos postados em redes sociais sugerem que o movimento inicial do SUV foi gradual, sem uma aceleração agressiva direcionada aos agentes.
4. Status da Investigação
O governo federal anunciou uma investigação completa conduzida pelo FBI, enquanto o estado de Minnesota avalia processos independentes. Os pontos cruciais a serem esclarecidos são:
A viabilidade de avisos verbais antes dos disparos (exigidos pelo protocolo sempre que possível);
Se a motorista representava, de fato, uma ameaça real ou se houve falha na desescalada;
O uso de spray de pimenta em manifestantes logo após o ocorrido, o que elevou a tensão no local.


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