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COLUNA POLÍTICA

Como a esquerda manipula o público em escala global, o caso de Minnesota

Por Leandro Ruschel

27/01/2026 - 10:32

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No último sábado, tragicamente uma pessoa foi morta a tiros em confronto com a polícia de imigração, em Minnesota. A “imprensa” americana, de uma maneira geral, apresenta o caso como mais um exemplo da brutalidade do governo Trump, tratando os policiais como “nazistas”, que estariam a serviço de um regime “fascista”.
O que está acontecendo em Minnesota segue o mesmo roteiro de agitação política que foi utilizado durante a arruaça e insurreição promovida pelo movimento Black Lives Matter. O processo se dá mais ou menos da seguinte forma:
1. Fomente a narrativa de “injustiça social”. No caso da imigração, há décadas a esquerda globalista defende a política de fronteiras abertas, como forma de acolher pessoas que estariam fugindo de conflitos armados, ou de situações calamitosas. O objetivo é importar dependentes do Estado que formarão a base de apoio político da esquerda. Em paralelo, há a dissolução do senso de pátria, facilitando a destruição das soberanias nacionais.

2. Trate qualquer oposição à agenda como manifestação do “fascismo”. Se você é contra a invasão do país por milhões de pessoas de culturas diferentes, sem nenhum tipo de controle para impedir entrada de criminosos, ou mesmo de pessoas que não comungam dos mesmos valores civilizados, você é tratado como “nazista”.

3. Quando há uma reação, fomente e financie a “resistência”. Em Minnesota, movimentos como Antifa e o ecossistema de ONGs de esquerda são financiados por fundações como Open Society, ou diretamente pelos governos estaduais, controlados pela esquerda.
4. O confronto com autoridades resultará em feridos e/ou mortos. Utilize os cadáveres como prova da brutalidade, angariando mais apoio para a “resistência”.

5. Use a “imprensa” como máquina de propaganda da “resistência”. A militância de redação apresentará ao público uma versão completamente manipulada da realidade, promovendo a mudança de percepção da opinião pública sobre o tema e angariando ainda mais apoio.
6. Finalmente, utilize o momentum para angariar votos e vencer eleições. Se por acaso, o desastre provocado pelas políticas aplicadas pela esquerda faça a oposição retornar ao poder, reinicie o processo.

Veja mais comentários sobre o assunto:
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Eu vejo esse tipo de alegação com frequência, então vale a pena responder
“Ele não aparece afrontando os policiais”
Mentira deslavada. O que está acontecendo em Minnesota é uma operação em massa não apenas de “afronta” aos policiais, mas de obstrução deliberada para impedir que eles façam o seu trabalho: prender pessoas que não seguiram as leis de imigração.

A esquerda não acredita no Estado de Direito, em cumprir leis. A esquerda acredita na imposição da sua agenda, independentemente das leis.
Os extremistas nas ruas não estão apenas exercendo o direito ao protesto. Eles estão ativamente confrontando os policiais e, muitas vezes, partindo para o enfrentamento físico.

E tudo isso ocorre sob incitação de lideranças políticas de esquerda, como o governador do estado e o prefeito da cidade, onde a maior parte desses enfrentamentos acontece.
“Parece bem o caso BR, que a polícia mata idosos, deficientes e tem sempre um conservador apoiando.”

Aqui, o sujeito entrega toda a sua esquerdopatia. Policiais brasileiros, de maneira geral, são verdadeiros heróis. Não dá para pegar ações isoladas de maus policiais e condenar todos os policiais — isso é desonestidade intelectual.
Eles querem cadáveres para alimentar sua agenda
Em 2016, quando o esquerdista Obama era presidente, a CNN rodou uma reportagem enaltecendo a polícia de imigração.
Diga-se de passagem, Obama é recordista em deportações. Mesmo a atual política de Trump não conseguiu superar os números alcançados por Obama...
Agora, com Trump na presidência, a CNN e outros aparelhos esquerdistas passam o dia inteiro vilificando a polícia de imigração, instigando o enfrentamento.
Logo, o problema não é a polícia de imigração. O problema é a esquerda
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Provavelmente você não sabe quem é a moça da foto.
O nome dela é Laken Riley. Ela foi assassinada pelo imigrante ilegal José Ibarra em fevereiro de 2024, após resistir a uma tentativa de estupro. Ibarra entrou ilegalmente nos EUA e foi liberado em “parole” após cruzar a fronteira em setembro de 2022.

Ele também se aproveitou da política democrata de “cidades santuário”. Ele havia sido preso em Nova Iorque, mas foi liberado antes que o ICE pudesse prendê-lo.
Você provavelmente não conhece Laken Riley porque a imprensa esquerdista escondeu o caso dela, já que isso prejudicaria a campanha de Biden e a política esquerdista de fronteiras abertas.

Laken Riley era uma estudante de enfermagem de 22 anos, da Geórgia, que levava uma vida comum e ativa — estudava na Augusta University e costumava correr regularmente. Foi durante uma dessas corridas que ela foi atacada e morta.
Provavelmente você conhece o sujeito da foto, porque ele está sendo tratado pela imprensa como um “herói”, já que foi morto enquanto tentava impedir a ação da polícia de imigração, que tem prendido e deportado pessoas em conformidade com a lei americana.

Se a esquerda não tivesse aberto as fronteiras ilegalmente, Riley estaria viva, assim como milhares de outras vítimas de imigrantes ilegais. Se a esquerda não promovesse a política de desencarceramento em massa e de “cidades santuário”, Ibarra estaria preso ou deportado e não poderia ter feito mal a ninguém.

Se os democratas não tivessem importado milhões de ilegais, a operação atual de deportação não seria necessária. Se os democratas não instigassem a “resistência” contra a aplicação da lei de imigração, Alex Pretti estaria vivo.
Você não despreza a militância de redação o suficiente. E não é só no Brasil
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Esse tipo de propaganda política que o panfleto de extrema-esquerda New York Times promove é o que está instigando muita gente a confrontar a polícia — com resultados trágicos.
É o mesmo tipo de retórica que levou à morte de Charlie Kirk.
Qual é a evidência de que o chefe do ICE é “nazista”?
Um sobretudo, que eles dizem ter “semelhança” com o uniforme nazista. Só há um problema: ele também tem semelhança com o uniforme das forças aliadas — ou seja, das forças antinazistas.
A mensagem subliminar é cristalina: a polícia de imigração é “nazista”. Logo, qualquer pessoa correta deve combater os “nazistas”, a qualquer custo.
Quando alguém segue esse comando da “imprensa” e acaba morto em confronto com a polícia, os mesmos canalhas da “imprensa” usam a morte para “provar” que estavam certos sobre o “fascismo” dos policiais.
Qual é o tamanho do desespero desse pessoal, para vir a público defender o indefensável?
Ministro Mendes levando mais uma goleada avassaladora no X, além de mais uma checada da comunidade, ao defender a manutenção de Toffoli na investigação do Master.
É muita cara de pau desses militantes de redação, ainda com esse papinho de "defesa da democracia"
Vocês destruíram o país, ao justificar e apoiar a descondenação de Lula, e a imposição de um regime de censura e perseguição política.
Está cada vez mais claro que a "defesa da democracia" foi apenas um subterfúgio para blindar o establishment PODRE!
Obama foi o pior presidente da história dos Estados Unidos
As sementes do radicalismo esquerdista que hoje aparecem nas ruas de Minnesota, e que dominam o Partido Democrata, foram plantadas no período Obama — um governo que, em vez de pacificar, aprofundou fraturas.
Em vez de aproveitar a oportunidade histórica de encerrar o ciclo de confrontos sociais, Obama reacendeu as divisões raciais e estimulou conflitos em série: entre homens e mulheres, entre heterossexuais e homossexuais, entre pobres e ricos — seguindo à risca a cartilha identitária da esquerda mais radical.
Ainda assim, muita gente continua a reverenciá-lo, em grande parte por causa da blindagem e da propaganda positiva em massa promovidas pela militância de redação.
E, para tornar seu legado ainda mais vergonhoso, hoje há fortes indícios de que seu entorno teve papel determinante na instrumentalização do aparato de segurança nacional para perseguir Trump e minar sua presidência.
Como se não bastasse, agora ele volta a inflamar o país ao relativizar — ou até justificar — confrontos contra a polícia de imigração. Logo ele, que bateu recordes de deportações: agora tenta instigar um clima de guerra civil para beneficiar eleitoralmente o próprio partido.
No fim, Obama é uma fraude completa.

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