O instituto que mede o Brasil está em conflito
| O IBGE vive mais um capítulo de instabilidade interna... |
| ...e logo em um dos seus departamentos mais estratégicos. |
| Depois do afastamento da coordenadora das Contas Nacionais, três dos principais técnicos responsáveis pelos cálculos do PIB deixaram seus cargos de chefia. |
| Eles seguem no instituto, mas fora das posições de liderança. |
| O fato fica ainda mais relevante porque as trocas ocorrem apenas a um mês da divulgação do PIB anual de 2025 — o número mais importante da economia brasileira. |
| Por que você deve saber disso? Pense que o indicador do PIB serve como termômetro oficial do país e influencia decisões de governo, Banco Central, investidores, mercado financeiro, agências de risco e até o discurso político. |
| Quando a equipe responsável por isso entra em crise, cria-se um sentimento de insegurança em relação ao prazo e ao modo da divulgação dos resultados. Ainda mais por não ser a primeira vez que isso acontece na atual gestão… |
| A turbulência no IBGE vem desde 2024, quando o presidente Marcio Pochmann, tentou criar o IBGE+, um braço paralelo e privado do órgão público. Entre cartas, protestos e exonerações, técnicos e sindicato acusam Pochmann de centralizar decisões e politizar o instituto. |
| #tbt: Quando foi nomeado em 2023, Pochmann — ex-presidente do Instituto Lula — foi criticado por não ter experiência na área e por elogiar o instituto de estatísticas da China, um país que não é considerado transparente com os dados públicos. |
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