Fim da escala 6x1: A próxima pauta em Brasília
O poder se une, Lula chama seus presidentes, Câmara com Hugo Motta e no Senado seu chapa Alcolumbre.
| Sim, Lula da Silva não é mais Lulinha paz e amor, como ele mesmo anunciou, e agora é guerra eleitoral e ainda de forma mais aguerrida quere todos pra cima da oposição, e para tanto ele chama seus presidentes no Congresso Nacional, como vemos na foto acima, eis o quanto de intimidade, mais que isto é o conluio entre os poderes. |
| Não pense que é pelo seu bem, porque jamais foi...Redação AgN |
| O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que pretende colocar a proposta em votação pelo fim da escala 6x1 até maio, gesto lido como uma clara ajuda ao governo Lula, que deseja que a pauta seja aprovada ainda neste ano. |
| Como funciona hoje? A Constituição permite até 44 horas por semana, sem definir a divisão dos dias, o que viabiliza modelos como o 6×1 — 6 dias de trabalho para 1 de folga —, comum no comércio e em serviços. |
| O que está em debate: A proposta reúne textos apresentados pelos deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Erika Hilton (PSOL-SP), que defendem a redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais. |
| O problema é que o assunto divide opiniões |
Apoiadores da medida afirmam que a mudança poderia melhorar a qualidade de vida dos 48 milhões de CLTs, aumentando a produtividade e alinhando o Brasil a tendências globais de jornadas mais curtas. |
Já críticos alertam para possíveis impactos econômicos. Um estudo do CLP estima que até 640 mil empregos poderiam ser afetados, muito por conta da nossa baixa produtividade, que cresce 0,5% ao ano — abaixo da média global de 1,5%. |
| Olhando para frente… Embora a tendência é de que o projeto seja aprovado, a mudança não deve ocorrer de maneira imediata. O texto prevê uma transição gradual, começando com 40h/semana e chegando às 36h/semana ao longo de alguns anos. |
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| Redação AgN com The News |




Apoiadores da medida afirmam que a mudança poderia melhorar a qualidade de vida dos 48 milhões de CLTs, aumentando a produtividade e alinhando o Brasil a tendências globais de jornadas mais curtas.
Já críticos alertam para possíveis impactos econômicos. Um estudo do CLP estima que até