Não, eu e você não somos juízes...Portanto, quem nunca teve uma crise familiar, que atire a primeira pedra...
Sim, é claro que quando os sentimentos de pessoas públicas chegam a ponto extremo, o resultado de um enorme pressão é dividir com seu público, porque afinal a verdade deve ser vivida...
Sim, o que se vivia com o Capitão, quando Presidente, era um amor incondicional de apoio ao seu nome, ao seu trabalho, especialmente na sua luta em defesa pelo País, no resgate de nossa cidadania, de ética na nossa brasilidade, do amor em ter nossa bandeira estendida, e das cores verde e amarela, porém, acima de tudo, do respeito com nossa fé em Cristo e com nossa família.
Baseado nisto é que Bolsonaro ainda se mantém como o nome a ser respeitado por todos, ouvido e temido por muitos, e continua assombrando a Esquerda doentia, que nos governa. O Capitão faz tremer seus inimigos...
Mas, hoje, vivemos uma crise em que um filho pesa contra a esposa do pai.
Uma celeuma que acabou saindo das quatro linhas de uma casa, e ganhou a exposição para que milhões de brasileiros soubessem de que, ali, acima de tudo, existe uma casa, a casa de Bolsonaro, que é uma família normal, com um marido, uma esposa, pai e mãe, que vivem o dia a dia de todo cidadão normal, mas, que hoje passa por uma extremada situação de pressão, que vai além da política, da justiça, mas, sim, é, também, uma luta espiritual.
Dentro destes acontecimentos em que Michelle Bolsonaro expõe seu desabafo de mulher, mãe e esposa, isto abalou a política, dentro e fora de casa, mas, nada do dito, do vivido está em desacordo com ele, o Capitão. Ciente de tudo, apoiador da sua esposa, Bolsonaro apoia ela, que precisou dar o seu recado à Nação brasileira, especialmente às mulheres, para que todas saibam que existe alma a ser sustentada, e que palavras, ações torpes, ações pesadas são sentidas, e para tudo existe um limite.
E Flávio Bolsonaro ultrapassou este limite.
E o silêncio já não deu mais como mantê-lo.
Michelle falou, e apesar de toda mágoa, dor, ela perdoa e quer poder ajudar.
Mas, é preciso respeito acima de tudo do que vem do outro.
O brasileiro de bem, trabalhador, cristão e que quer o mesmo que Bolsonaro, ou seja, um Brasil onde possamos crescer economicamente como pujantes operadores, empreendedores, e não bolsistas de ajuda social permanente, doentia.
Assim, esperamos que a Casa Bolsonaro encontre paz, luz, e que posamos estar todos juntos para em outubro próximo derrotar o maior mal, que hoje nos governa.
Michelle, você não está só, e muito menos o Capitão...
P.S
Mas, jamais será possível vencer se tivermos que adotar o mesmo plano, as mesmas armas que nosso inimigo usa, porque daí estaremos em nada melhor que eles...Dar as mãos ao diabo não é algo que se negocie, é algo que se expurga, sempre, e com a luz de Cristo no coração à frente...
E, Não, Flávio...Nem tudo é válido para se ganhar uma eleição, ou para se ter um apoio termos que negar quem somos por um período - como é o caso do Ceará com Ciro...Está bem claro isto, abraçar o capeta por um bem maior não existe!!



