O regime JÁ ESTÁ no poder: a mentira dos isentões sobre Flávio e o Congresso
Isentões repetem a peça de campanha do PT e dizem que o perigo autoritário é Flávio Bolsonaro. Os fatos mostram o contrário.
Por leandro ruschel
16/10/2026 - 21:08
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Se o risco autoritário está do lado de Flávio Bolsonaro, por que são os eleitores dele que estão sendo censurados, presos e exilados há sete anos? Por que o PAI DELE está preso? A pergunta vai para o Dirceuzinho do MBL, que resolveu repetir, às vésperas do segundo turno, que o perigo de acúmulo de poder é maior com Flávio do que com o Descondenado. O motivo: Flávio teria o Congresso na mão, enquanto Lula, coitado, “não tem poder pra passar PEC, pra passar nada”. Na mesma entrevista ao UOL, que o Estadão fez questão de repercutir, ele admitiu que esse é “o maior argumento” da “turma do PT”. Ou seja, sabe que está repetindo peça de campanha petista, e repete assim mesmo. É o isentão clássico: finge neutralidade enquanto entrega ao regime exatamente a frase de que o regime precisava. A tese tem duas premissas. As duas são falsas. A ditadura não é hipótese. Já está em curso. A primeira premissa é que o autoritarismo seria um risco futuro, a depender de quem vencer. Não é. O regime de exceção JÁ ESTÁ EM CURSO, e tem certidão de nascimento. Em março de 2019, o Supremo abriu, de ofício, o inquérito das “fake news”, com Moraes na relatoria, sem sorteio e sem o Ministério Público. A própria procuradora-geral da época, Raquel Dodge, chamou aquilo de “verdadeiro tribunal de exceção”. Sete anos depois, o inquérito segue aberto. Dele nasceu a censura em massa. Segundo Eduardo Tagliaferro, ex-chefe do órgão de “combate à desinformação” da Justiça Eleitoral, mais de três mil pessoas foram censuradas. Quando ele não achou nada ilegal num alvo, ouviu de um assessor de Moraes: “seja criativo”. Da censura, o regime passou às prisões. Uma cabeleireira foi condenada a 14 anos por escrever com batom numa estátua. Clezão morreu na cadeia, mesmo com pedido de soltura do próprio Ministério Público. Bolsonaro foi condenado num show trial e preso. Outros só escaparam pelo exílio, com Itália, Espanha e Argentina reconhecendo a perseguição política. E a caça continua em plena campanha. Gustavo Gayer virou réu por uma postagem. Marcel van Hattem foi denunciado por um discurso na tribuna da Câmara. Flávio virou alvo de inquérito por associar Lula ao Foro de São Paulo. Quem foi censurado, preso e exilado? A direita. Por quem? Pelo regime PT-Supremo. A reeleição do Descondenado não é ameaça hipotética. É a CONTINUIDADE de uma ditadura que já funciona. A “maioria” de Flávio não existe A segunda premissa é que Flávio teria maioria no Congresso. A direita avançou, e muito: o PL fez a maior bancada da Câmara, com 121 deputados, e terá a maior do Senado, com 28 senadores a partir de 2027. Mas faça a conta. Uma PEC exige 308 dos 513 deputados, e PL e Novo somam 131. No Senado, uma PEC exige 49 votos, e o impeachment de um ministro do Supremo, 54. PL e Novo somam 31. Quem tem a chave das duas Casas é o câncer da política brasileira: o CENTRÃO. “Mas o Centrão declarou apoio a Flávio.” Declarou. No papel. E apoio de campanha não é maioria de governo. Veja o que ele fez entre os dois turnos. Nos dias 6 e 7 de outubro, União Brasil, PP e Republicanos anunciaram apoio a Flávio. No dia 14, dez partidos do Centrão, incluindo esses três, fecharam um bloco de cerca de 250 deputados, o dobro da bancada do PL, para reeleger Hugo Motta na presidência da Câmara. A nota foi assinada por Antonio Rueda, do União Brasil, e Ciro Nogueira, do PP, entre outros. Detalhe: Hugo Motta declarou apoio à reeleição de Lula. No mesmo dia, Davi Alcolumbre, do União Brasil, levou ao plenário do Senado, no afogadilho, o fim da escala 6x1, bandeira de campanha de Lula. A oposição tentou empurrar a votação para depois do segundo turno. Não adiantou: a PEC passou em dois turnos no mesmo dia, a onze dias da eleição. Traduzindo: o apoio a Flávio foi um HEDGE, um seguro para o caso de ele vencer. Se Lula vencer, não existe um único motivo para acreditar que essa turma não vai entregar ao Descondenado tudo o que ele pedir. O cimento do acordo: o caso Master E por que o Centrão prefere o regime? O Centrão não precisa ser petista para servir ao regime. Basta precisar dele. E essa turma precisa, porque está envolvida até o tutano no caso Master. Os três núcleos do regime aparecem nele. O núcleo petista. A Veja publicou que Vorcaro descreveu negociações para acessar fundos de pensão de estatais, com cerca de R$ 1 bilhão reservado a um grupo ligado ao PT, e R$ 30 milhões em dinheiro vivo ligados a um documentário sobre Lula. Num áudio, Vorcaro diz que o pagamento a Lula foi “por fora”. Em outro, afirma que a PGR não quis nem ouvir as denúncias que envolviam o Instituto Lula. Todos negam, e a PF diz que nunca recebeu esse material. Quem está investigando? Apenas a Veja. O núcleo do Centrão. Ciro Nogueira foi alvo de busca da PF, que bloqueou R$ 18,8 milhões e afirma que uma emenda dele, ampliando a cobertura do FGC, foi escrita pela assessoria do próprio Master. Mensagens apreendidas no celular de Vorcaro mostram Hugo Motta tratando de um empréstimo de R$ 22 milhões do Master para a cunhada. Numa proposta de delação rejeitada, Vorcaro acusou Alcolumbre de receber 30 milhões de dólares, e Rueda de cobrar comissão sobre aplicações de fundos de previdência no banco. Todos negam. O núcleo togado. O escritório da esposa de Moraes tinha contrato de cerca de R$ 130 milhões com o Master, a R$ 3,6 milhões por mês. O que essa gente toda mais precisa a partir de janeiro? BLINDAGEM. E quem oferece blindagem é um governo que controla a PF e um Supremo que controla todo o resto. Até as pedras em Brasília sabem que hoje a Procuradoria-Geral da República é uma extensão da ala pró-regime do Supremo, que por sua vez opera em sintonia com Lula. Com esse tipo de aparelhamento, como alguém tem coragem de falar em “ameaça autoritária” com Flávio? Quem precisa de 308 votos quando tem o Supremo? O isentão confunde falta de votos para mudar a Constituição com falta de poder. Lula não precisa mudar a Constituição. O Supremo reescreve por ele. O Congresso derrubou o decreto do IOF, e Moraes restabeleceu quase todo o aumento de imposto do governo. O Congresso aprovou a Dosimetria, derrubou o veto de Lula por maioria absoluta, e Moraes suspendeu a lei em vinte e quatro horas. E vai ter mais. No próximo mandato, abrem-se quatro cadeiras no Supremo. Se Lula emplacar as quatro, terá escolhido pessoalmente sete dos onze ministros. Isso, sim, é acúmulo de poder: Executivo, Supremo e um Centrão blindado, operando juntos para enterrar investigações, manter os esquemas de sempre e aprofundar a censura e a perseguição a qualquer crítico. Para quem tem medo da cadeia, calar a oposição deixa de ser opção. Vira necessidade. Quem paga a conta não é o Dirceuzinho, que já avisou que nem vai votar. É o cidadão comum que perde o perfil, o sustento e a liberdade por uma postagem. É a mãe de família condenada por um batom. Não se engane: se não mudar o regime agora, talvez ele não mude nunca mais.
A militante PETISTA Patrícia Campos Mello ataca novamente
Em 2018, entre o primeiro e o segundo turno, ela publicou na Folha a matéria MENTIROSA segundo a qual empresários teriam bancado disparos em massa no WhatsApp para a campanha de Jair Bolsonaro. Agora, de novo às vésperas do segundo turno, Patrícia afirma que a Meta está prejudicando a campanha de Lula.
O objetivo é óbvio: dar subsídios para ações judiciais que busquem anular uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro, como em 2018. A coligação de Lula já acionou o TSE contra a Meta e anunciou denúncia à OEA. A matéria chega pontualmente para alimentar o processo.
A matéria de 2018 não reverteu a derrota do PT, e o próprio TSE acabou rejeitando as ações de cassação da chapa. Mas serviu de justificativa para a CPMI das Fake News, o ovo da serpente do regime de censura e perseguição política. Foi a CPMI que abriu o caminho seguido pelo inquérito de mesmo nome, no Supremo: as listas de conservadores levantadas pela comissão viraram guia de perseguição, e o inquérito só pegou tração depois disso.
A narrativa da vez é a da manipulação pelas Big Techs, supostamente a mando dos Estados Unidos. Não por acaso, é a mesma do governo petista e dos ministros do Supremo que sustentam o regime. O objetivo é um só: colocar o pleito sob suspeita.
E a matéria, como em 2018, é uma piada. A base são mensagens internas atribuídas a funcionários identificados apenas por iniciais. E o que elas descrevem é uma falha técnica de efeito limitadíssimo: menos de um dia sem poder impulsionar posts do feed de Lula, enquanto os anúncios avulsos e os impulsionamentos já em curso seguiam rodando.
Pior: a própria reportagem lista falhas que atingiram também a campanha de Flávio e admite que nenhuma mensagem indica interferência deliberada. A manchete diz uma coisa; o texto, outra.
A Folha de S.Paulo, transformada nesta reta final em QG da militância de redação petista, ainda abre espaço para notórios aparelhos globalistas: ONGs de "monitoramento" das redes e "laboratórios de internet" de universidades federais, como o NetLab da UFRJ, financiado pela Open Society, pela Fundação Ford e por dinheiro público.
O mais irônico é que esses aparelhos são um exemplo REAL de interferência estrangeira no Brasil, bancados pela esquerda globalista. Tiveram papel FUNDAMENTAL na instalação do regime de censura e perseguição política nos últimos anos, no que Michael Shellenberger batizou de "Complexo Industrial da Censura". E agora estão a serviço do regime, fornecendo munição contra uma cada vez mais provável vitória de Flávio Bolsonaro.
Já passou da hora de investigar a fundo esses aparelhos globalistas em operação no Brasil, travestidos de "imprensa" ou de "grupos de pesquisa". O vírus mental que normaliza o assassinato de adversários, até mesmo bebês
Uma mulher postou no TikTok o ultrassom com a legenda “o momento em que descobri que era um menino”. Na imagem seguinte, o agendamento de um “procedimento” na Planned Parenthood, a maior rede de clínicas de aborto do país, com a legenda “o momento em que marquei aquela consulta”, seguida de um emoji às gargalhadas. Ou seja, descobriu que o filho era homem e decidiu matá-lo. Mais de 418 mil curtidas. Não se sabe se o caso é verídico. Mas o ponto não é esse. O ponto é a reação de uma massa de mulheres que, na melhor das hipóteses, achou uma ótima “piada” e, na pior, concorda com a ideia de exterminar homens. E mesmo a “piada” já é desumanização. Numa sociedade saudável, ninguém acharia graça do aborto de um bebê por ser menino. Infelizmente, está longe de ser um caso isolado. Há pouco mais de um ano, o assassinato de Charlie Kirk foi comemorado abertamente nas redes sociais. No Brasil, nesta semana, perfis de esquerda passaram a pregar que é hora de “kirkificar” a direita. Um deles resumiu o plano: “vamos kirkificar a direita brasileira, bala no alvo bala no problema”. Reportagem de David Ágape no site A Investigação, publicada em 15 de outubro, documentou dezenas de publicações nesse sentido. Flávio Bolsonaro é o alvo mais frequente, seguido por Nikolas Ferreira, Lucas Pavanato, Tarcísio de Freitas e outros nomes do PL e da direita.
Há posts pedindo atirador, sniper, revólver. Há quem ofereça álibi. Eventos de campanha são tratados como oportunidade. Vários perfis anunciam voto no PT, usam o número 13 ou se identificam com a esquerda. Parte das contas apagou as mensagens depois de exposta, mas as capturas foram preservadas. No mês passado, o julgamento de Lindsay Clancy, a mãe que matou os três filhos pequenos em Massachusetts (o caçula, um bebê de 8 meses), terminou sem veredito. Onze dos doze jurados queriam absolvê-la por insanidade, alegando psicose pós-parto. O júri tinha nove mulheres. O único voto contrário veio de um homem. Do lado de fora do fórum, centenas de mulheres vestidas de rosa faziam vigília pela ré, sob o lema “Eu sou Lindsay Clancy”. E há o caso de Brian Thompson, CEO da maior seguradora de saúde dos EUA, executado a sangue frio numa calçada de Manhattan. A esquerda transformou o assassino, Luigi Mangione, em herói. Fãs, muitas delas mulheres, lotavam as audiências e bancaram uma vaquinha milionária para a defesa. Em agosto, Mangione confessou o crime na Justiça federal. Para o fã-clube, nada mudou. O que estamos vendo é a normalização da violência e do assassinato em massa, uma velha prática da esquerda revolucionária. É exatamente assim que começam os episódios de assassinato em massa da história humana. Primeiro, surge a ideia. Só depois ela é levada a cabo. Foi assim na URSS, na China, na Coreia do Norte e no Camboja. Em todos eles, o extermínio foi precedido pela fase em que a morte do inimigo virava piada, causa nobre ou caso de absolvição. Tudo indica que a esquerda revolucionária está madura para repetir os crimes contra a humanidade que marcaram o século XX.
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