Começou a reunião dos líderes mundiais
| No primeiro dia da Assembleia da ONU, os discursos foram recheados de críticas e provações. Os holofotes do dia se concentraram principalmente no Brasil e nos Estados Unidos. |
| Por tradição da organização, o primeiro a puxar a fila foi o presidente do Brasil, que discursou por cerca de 20 minutos e abordou tanto temas nacionais como internacionais. |
Lula defendeu o Pix, o fim das bets e da jornada de trabalho 6x1, e falou que o Brasil apresentou propostas junto aos EUA para combater o crime organizado. |
Ao mesmo tempo, o presidente criticou o “genocídio” praticado por Israel, disse que a Venezuela deve definir o próprio futuro e, sem citar nominalmente Trump, afirmou que o Brasil “não cabe no quintal de ninguém”. |
| Lula ainda disse que, desde que participou da ONU pela primeira vez em 2003, este é o momento mais crítico da organização — que enfrenta baixa credibilidade e capacidade de proteger os mais vulneráveis. |
| Na sequência, Trump ocupou o púlpito. Um dos focos do discurso foram as guerras. Ele disse que acredita em um acordo com o Irã após as eleições de meio de mandato e que tem trabalhado para acabar com a Guerra da Ucrânia. |
| Ao abordar possíveis mudanças em Cuba, Trump disse que Marco Rubio negocia a situação. Na sequência, a delegação cubana deixou a Assembleia. O presidente também se opôs a um controle global da AI e propôs chamá-la de “superinteligência”. |
| Nos bastidores… Lula e Trump não se encontraram. Especialistas apontam que isso geralmente não é coincidência — o que significa que algum dos dois preferiu evitar o contato. |
(Imagem: Ricardo Stuckert | Reprodução)




Lula defendeu o Pix, o fim das bets e da jornada de trabalho 6x1, e falou que o Brasil apresentou propostas junto aos EUA para combater o crime organizado.
Ao mesmo tempo, o presidente criticou o “genocídio” praticado por Israel, disse que a Venezuela deve definir o próprio futuro e, sem citar nominalmente Trump, afirmou que o Brasil “não cabe no quintal de ninguém”.