Revista britânica globalista cita Bolsonaro e elogia "exemplo de democracia" dado pelo Brasil
Por Leandro Ruschel
29/08/2025 - 08:56
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Abaixo a coluna do autor...
A revista The Economist — que há tempos apelidei de The Communist, pela sua transformação em porta-voz do movimento globalista totalitário — escancara mais uma vez o seu apoio à perseguição e criminalização da direita. Na capa mais recente, traz Bolsonaro caracterizado como o “QAnon Shaman”, figura que entrou para o imaginário mundial ao invadir o Capitólio em 6 de janeiro de 2021 — o paralelo imediato ao nosso 8 de janeiro. Dispenso a leitura da matéria. O recado está dado já na capa: é preciso reprimir movimentos conservadores, atropelar as leis e pisotear direitos fundamentais, porque, segundo eles, representamos uma “ameaça à democracia”. É a completa inversão da realidade.
Desde 2016 — ano do Brexit e da primeira eleição de Trump — os globalistas passaram a enxergar o movimento conservador como seu maior inimigo. Desde então, mobilizaram todos os meios à disposição: instrumentalizaram a academia, transformaram a imprensa em aparelho de propaganda e usaram instituições de Estado e corporações gigantescas, sobretudo no setor de tecnologia, para erguer uma vasta máquina de repressão contra a direita. Nos Estados Unidos, apesar da perseguição judicial implacável contra Trump e até de tentativas de assassinato, as instituições resistiram — e a democracia sobreviveu.
Já no Brasil, a engrenagem globalista avançou de maneira muito mais eficaz, sobretudo pelo controle exercido sobre o Judiciário, que hoje opera como pilar central da repressão política.
Para quem ainda não entendeu o que significa a tão propalada “defesa da democracia” na boca dos globalistas, aqui está a resposta: concentração de poder absoluta em suas mãos e perseguição brutal a qualquer opositor do seu projeto, mesmo que isso implique a violação sistemática dos direitos fundamentais.
A companheirada não tem a menor vergonha na cara
Os caras deixaram o PCC se transformar numa organização multibilionário ao longo de décadas, mas o motivo é que não podem fiscalizar PIX de menos de R$ 5mil... que é claramente uma medida para tributar mais todo mundo! Agora, o regime persegue Tagliaferro e quer calá-lo a qualquer custo
Por quanto mais tempo a militância de redação nacional, que muitos ainda insistem em chamar de "imprensa", esconderá essa prova viva do regime de censura e perseguição política instalado no Brasil?
O material que veio a público, confirmado por Tagliaferro, deixa claro que todos os processos contra a direita nos últimos anos são NULOS, pois não cumpriram o mínimo devido processo legal.
Se a militância de redação do regime está contra, pode ter certeza que é uma medida positiva
O argumento dos militantes da Lula News é que a medida promoverá a impunidade. Ora, esse é o mesmo pessoal que defendeu a descondenação de Lula e de todo grupo que foi preso no maior escândalo de corrupção da história. Você realmente acredita que os militantes estão preocupados com corrupção?
O que eles temem é a perda do poder do Supremo, pilar de sustentação do regime.
A melhor medida seria retirar do Supremo o poder de julgar qualquer caso criminal, como é nos EUA. Mas dado o contexto brasileiro, a chamada PEC da Blindagem é o caminho para acabar com a coação dos parlamentares, e restabelecer a democracia no Brasil.
A prova definitiva de que a imprensa brasileira não passa de um órgão de propaganda do regime
Eduardo Tagliaferro, ex-chefe do órgão de censura da Justiça Eleitoral, vem fazendo denúncias gravíssimas sobre a atuação do ministro Moraes.
Haveria hoje assunto de maior relevância do que este? Os Estados Unidos da América aplicam sanções ao ministro por violações de direitos humanos — estendendo inclusive punições ao próprio Brasil —, enquanto um ex-presidente e principal líder da oposição cumpre prisão domiciliar, proibido de se manifestar e prestes a ser julgado e condenado por um "golpe de estado" impossível.
Mesmo diante desse cenário, NENHUM veículo da chamada grande “imprensa” considerou digno investigar as revelações de Tagliaferro, que vive exilado na Itália, com um pedido de extradição feito pela mesma autoridade que é alvo das suas denúncias. Ninguém quer entrevistá-lo — à exceção da Gazeta do Povo, da Revista Oeste e de alguns jornalistas independentes.
O silêncio é ensurdecedor e comprova que o "jornalismo" brasileiro, salvo raríssimas exceções, deixou de cumprir sua função essencial e passou a atuar como verdadeiro pilar de sustentação do regime. Ativista trans massacra crianças católicas em Minneapolis
Ganhou pouco destaque no Brasil um horrendo atentado ocorrido numa escola católica de Minneapolis, onde 19 pessoas foram alvejadas — em sua maioria crianças. Duas delas morreram. O ataque aconteceu durante uma missa de volta às aulas.
O motivo para o silêncio cúmplice da militância de redação é óbvio: o atirador era um homem que se identificava como mulher.
Num vídeo publicado instantes antes do massacre, o criminoso exibiu as armas que utilizaria, carregadas de inscrições de ódio contra Donald Trump, contra Deus e contra judeus.
Em trechos de seu manifesto, já revelados pela imprensa americana, o assassino demonstrava arrependimento por ter feito a transição de gênero, além de expressar excitação mórbida com a ideia de matar crianças cristãs.
Não é um caso isolado. Em 2023, outra pessoa trans atacou uma escola em Nashville, matando três crianças e três adultos. As autoridades esconderam durante meses o manifesto da autora, que deixava explícito seu ódio contra cristãos e revelava graves transtornos mentais.
Infelizmente, episódios como esses tendem a se multiplicar. A ideologia de gênero, promovida pela esquerda em larga escala nas últimas décadas, é direcionada principalmente a jovens que muitas vezes não sofrem de verdadeira disforia, mas apresentam outros distúrbios psiquiátricos sérios. Quando esses tratamentos experimentais não produzem o resultado prometido, surgem sentimentos de revolta e ódio — um caldo tóxico que pode culminar em tragédias como a de Minneapolis.
Que tal trabalhar por 104 anos só para pagar as dívidas do Brasil?
Fiz os meus cálculos aqui, e somando a população economicamente ativa, a renda média do brasileiro e a taxa real de poupança, cheguei a um número assustador: cada um teria que trabalhar 104 ANOS para pagar a dívida de R$ 7,94 trilhões do "governo do amor".
Perceba que estamos falando apenas da dívida pública, sem levar em conta a dívida pessoal considerável que a maioria dos brasileiros tem, já que a renda média usualmente não cobre os custos mensais.
Eles não se preocupam em pagar a dívida, mas sim em aumentá-la a cada dia que passa. E por quê?
Não são eles que pagam a conta: é o povo.
E se você ainda não entendeu que tomar todas as atitudes possíveis para não se tornar refém desse governo é imprescindível, não pode reclamar se amanhã for mais um número dentre os dependentes de bolsas e auxílios. Lutar pela sua segurança financeira é apenas um dos passos para continuar lutando pela sua liberdade como um todo.
Mas nem por isso deve ser ignorada ou adiada como se não tivesse importância.
Tenho conversado com alguns seguidores sobre isso ultimamente, e se quiser saber mais sobre como você pode lutar pela sua liberdade garantindo a sua segurança financeira fora do Brasil, clique no botão vermelho logo abaixo. Trarei detalhes da mentoria que teremos em setembro, 100% gratuita e online, onde trataremos deste e demais temas importantes para que, preza por conhecer todos os meios de manter a família em segurança: