No governo americano, está consolidada a visão que o Brasil é uma ditadura de esquerda
Por Leandro Ruschel
17/09/2025 - 10:45
Nos Estados Unidos, especialmente entre os conservadores, o Brasil virou o exemplo perfeito de como a esquerda pode aparelhar instituições e transformar a Justiça em arma de perseguição política. O próprio presidente Donald Trump já disse, mais de uma vez: fizeram com Bolsonaro o que tentaram fazer com ele — usar o sistema judiciário para destruir adversários políticos. O Departamento de Estado também não tem ilusões quanto ao caráter antiamericano do regime brasileiro e ao seu alinhamento com os inimigos declarados dos EUA. Diante disso, não há qualquer possibilidade de normalização nas relações entre Brasil e Estados Unidos sem a Anistia e a restauração das liberdades básicas. Somente assim haverá condições mínimas para eleições livres e justas no próximo ano. Sem esse passo essencial, o caminho é claro: novas sanções e o não-reconhecimento do resultado eleitoral de 2026. Como disse ontem o secretário de Estado, Marco Rubio, “o estado de direito está se desintegrando”. Ou o Congresso reage, abrindo uma rota de resgate da legalidade, ou o Brasil mergulhará num período ainda mais sombrio de sua história. O que o Centrão quer são os votos do "bolsonarismo", mas Bolsonaro fora das eleições
Em outras palavras, eles querem uma Anistia que seja ampla o suficiente para amealhar votos a um candidato da direita permitida, mas que deixa Bolsonaro fora do jogo. Pesquisa recente do YouGov escancara a diferença abissal entre esquerda e direita quanto ao uso da violência política
Entre os que se declaram “very liberal” — ou seja, no extremo da esquerda — 25% consideram legítimo recorrer à violência para atingir objetivos políticos. Já no outro extremo, entre os que se dizem “very conservative”, apenas 3% acreditam que a violência política possa ser justificada. Não é por acaso. Foram justamente os setores da esquerda que literalmente incendiaram dezenas de cidades americanas e deixaram um rastro de mortes após a morte de um criminoso drogado sob custódia policial. Enquanto isso, diante do brutal assassinato de um líder conservador, não houve qualquer onda de violência por parte da direita. Os motivos por trás do assassinato de Charlie Kirk são inegáveis: ódio contra conservadores, alimentado pelo ativismo radical LGBTQ
Com as acusações formais apresentadas hoje, fica evidente que se tratou de um ato de terrorismo impulsionado pelo ativismo trans radical. Ainda assim, os promotores optaram por classificá-lo como homicídio qualificado e delitos relacionados, deixando de fora o terrorismo doméstico — em grande parte devido às dificuldades legais de provar tais crimes em tribunal. Mesmo assim, as acusações são fortes o suficiente para que a promotoria busque a pena de morte. Segundo o promotor, até a mãe do suspeito admitiu que ele vinha se radicalizando nos últimos meses, “movendo-se cada vez mais para a esquerda, em direção aos direitos trans e gays.” Mensagens vazadas entre o assassino e seu parceiro trans reforçaram isso. Quando perguntado por que executou Kirk, ele respondeu: “Eu estava cansado do ódio dele. Alguns tipos de ódio não podem ser resolvidos por meio de negociação.” Os cartuchos encontrados na cena traziam marcas de “antifa”, ressaltando a natureza ideológica do crime. Já passou da hora das autoridades americanas desmontarem o ecossistema terrorista da esquerda radical — construído sobre a desumanização de conservadores e o apelo aberto à violência, tratando qualquer crítica à ideologia de gênero como “fascismo” a ser eliminado pela força. A tentativa da mídia de esquerda de retratar falsamente o assassino como um extremista de direita desmoronou diante do peso das evidências. Perceba o nível de sociopatia alcançando pela militância de redação O "repórter" da ABC achou "emocionante" a conversa que mostra um extremista de esquerda justificando o assassinato de um líder conservador para "proteger o seu amor (um travesti)". O acesso aos artigos de Ruschel são gratuitos, mas você pode ser um colaborador e fazer uma doação para apoiar seu trabalho.
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