Roraima

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REFORMA TRIBUTÁRIA DEPOIS DO RECESSO, E PT AINDA MUITO VINGATIVO

Por Redação AgN

29/06/2023 - 09:19

O deputado federal Pastor Diniz acredita que a bancada roraimense precisa estar atenta ao que vem desta reforma Tributária. Uma atenção mais especial, estar em sintonia com o que vem, já que há muita polêmica em torno do que se quer para o país. REDAÇÃO AGNORTE Segundo ele, havia uma promessa da Mesa Diretora para que a Reforma Tributária fosse votada, ainda, antes do recesso de julho, porém, Diniz diz que isto não deve ocorrer. Para o deputado não se tem o devido clima para se discutir agora, justamente, porque não se pode permitir o nivelamento das tributações, onde a realidade de cada região é diferenciada.
"Não se pode nivelar, pois sabemos que a realidade a do Norte é uma e a do Sul é outra. Estamos acompnhando todo estes pontos pol~emicos, já que esta é uma matéria extremamente polêmica porque mexe com cada estado", salienta Pastor Diniz.
E visita no Estado, pelo Interior, nas bases, Pastor Diniz diz ainda que as polêmicas tributárias seguem junto as polêmicas políticas de um governo que completa seis meses, mas, ainda muito 'vingativo' contra a oposição.
"Não tenho visto diálogo da esquerda dentro da Câmara. Há um sentimento de ranço muito grande, ainda, e isto não é positivo!", avalia o parlamentar. Para Diniz desta forma, "não se avança onde deveria avançar em temas, que não deveriam ser visto politicamente enviesado por partidarismo eleitoral", garante o deputado.
Além do pouco diálogo com a Câmara, para o deputado, o que tem mais se destacado é ainda 'é este sentimento de vingança'.
"Vejo muito é o PT querer se vingar contra deputados bolsonaristas", destaca Pastor Diniz, que segue uma linha mais preocupada em perseguir políticos da direita.
Bolsonaro que teve a maior votação proporiconal por Estado, onde Roraima votou em mais de 70% do eleitorado, e, hoje, podendo ter seus direitos cassados por oito anos pelo STF - Supremo Tribunal Federal, Pastor Diniz garante que a 'direita' seguirá firme, com ou sem Bolsonaro, e os preceitos familiares continuarão a ser defendidos, esta é uma das suas bandeiras, "para isto que fui eleito, mas, Bolsonaro, em si, não fez o muito que devia pelo Estado, ainda que tenha recebido enorme votação", lembra Diniz.