Roraima

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ESCOLAS CÍVICO-MILITARES, DESAFIO AO GOVERNO LULA

Por Redação AgN

19/07/2023 - 10:33

A decisão do Governo Lula da Silva em encerrar o programa da escola cívico-militar, que teve o ponta pé para seu final neste mês de julho, reverberou negativamente nos estados. Eis que este será mais uma desafio ao MEC - Ministério da Edcuação e Cultura, achar o reencontro com os anseios educacionais da população dos estados. Longe do que se espera do Governo Federal vários estados seguem com suas escolas militarizadas. Roraima e Amazonas, por exemplo, afirmam manter suas escolas, e bem como até apliar o modelo, que segundo todos os dados Brasil afora, Estados que têm este sistema de ensino, afirmam positividade nas notas do alunos e comportamento destes, bem como elevação do corpo docente, e educacional. alt="" width="714" height="402" /> REDAÇÃO - Marlen Lima Hoje, além dos amazonenses e roraimenses, o Pará, Maranhão, Tocantins, Pernambuco, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Piauí, Santa Catarina, Ceará, 'Goiás, Paraíba, Rio Grande do Sul, Acre e Distrito Federal manterão suas escolas cívico-militar.
"O programa é sucesso porque tem sido implantado nos alunos o sentimento de respeito, de disciplina, primando pela meritocrácia, este é o segredo. A parte pedagógica é dos professores, a parte burucrática, administrativa é dos militares", garante Cel. Chagas.
O Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares começou em 2019, e teve, de fato, iniciado em 2020 em 51 escolas, mas, em 2021 e 2022 foi quando teve sua maior expansão, atingindo 216 unidades - uma carona forte do Governo Bolsonaro. Das escolas militares, do Exército Brasileiro temos, atualmente, 15 estabelecimentos de ensino[3]: alt="" width="432" height="288" /> MACUXI O governador Antonio Denarium tranquilizou os professores, alunos e familires que no Estado o modelo operoso, elogiável das escolas cívico-militar se manterá. Há intento do projeto continuar se expandindo no Interior. O deputado Coronel Chagas, forte defensor, e criador de leis que vão ao encontro deste modelo de ensino, e em 2016, lembra ele, que em Roraima a denomiação é de Colégios Militarizados do Estado, teve sua implantação primeiramente com 3 anos antes da chegada do programa nacional do Governo Federal, com suas escolas cívico-militares. Ambos os sistemas são escolas, colégios com este tipo de ensino com militares, no caso dos Estados, com o corpo administrativo da Polícia Militar. De todo o Estado, apenas Uiramutã, no Norte e dois no Sul, Caroebe e São João do Baliza que não tem escola cívico-militar, informa Chagas.
"Porque criamos esta rede, que começamos em 2016 com três colégios. E isto veio em razão dos excelentes resultados do Colegio Militar da Polícia Militar, que foi criado em 2012. E em 2015 ele teve a maior nota do Ideb em Roraima, e a terceira maior nota do Norte. E em 2017 já foi o primeiro com melhor e maior nota do Norte, se repetindo isto em 2019 e 2021", explica Chagas, que com orgulho, já que ele é da áre militar, primeira do Exército, e aposentado pela PM.
alt="" width="716" height="474" /> PANDEMIA
Ainda em 2015, Chagas disse que o parlamento fez estudos, e levou ao Governo do Estado a idéia de termos os colégios militarizados, "para que este modelo fosse implantado em scolas que estavam com problema de evasão escolar, baixo rendimento escolar, baixo notas, alto número de pessoas sendo reprovadas, notas do Ideb baixíssimas, e violência". Em 2016, nós criamos os três colégios militarizados, e em 2018 criamos mais 15 escolas deste modelo. "Além do Colégio Militar da PM, o colégio modelo, e mais 18 escolas se tornaram colégios militarizados, sendo 11 na Capital, e 7 no Iterior", destaca chagas. alt="" width="412" height="266" />
Hoje, Roraima conta com 36 Colégios Militarizados, e assim, com criação em leis estadual, tais escolas estão amparadas emc ontinuar seu modelo, e a única escola do padrão cívico-militar, que tem, então, o dedo do Governo Federal é a escola Fagundes Varela, "mas, ao final do ano (2023), ela já passará a ser incorporada ao quadro dos colégios militariados do Estado", destaca o deputado, que diz que foi uma decisão infeliz do Governo Lula.