Roraima

Assembléia Legislativa RR

Chapa única para Presidência da Assembléia com Jorge Everton, e tendo apoio de Arthur Henrique

Com habilidade e forte articulação, Jorge Everton tem a confiança do novo governo que virá em 2027

Por marlen lima - direto de Brasília

27/10/2026 - 14:23

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Nada mais justo que o Governo do Estado se alie ao que tem de melhor e ético no parlamento, quando o futuro governador Arthur Henrique bate martelo para que o próximo presidente seja o atual vice-presidente da ALERR, deputado Jorge Everton, que está na Presidência da Casa, e que foi um dos mais bem reeleitos. Ao todo foram 17 deputados reeleitos.

Atuação firme e de liderança que os deputados estaduais têm aprovado, e com anuência satisfatória dos servidores da Assembléia Legislativa, Jorge Everton se consolida como mais novo líder de um grupo coeso, que hoje é formado por 16 deputados reeleitos, e também com os novos eleitos que já sinalizaram apoio para o atual presidente da Casa.

Existe dois pontos a serem compreendidos neste processo, e um é que Arthur sinaliza fortalecendo o nome de  Jorge na Presidência tem obejtivo para o que virá quando ele assumir o Estado, ano que vem, quando poderá contar com apoio essencial do parlamento nas mudanças necessárias, e isto já foi afirmado por Everton, quando da visita do futuro governador na Assembléia Legislativa.

Outro ponto forte é que Jorge Everton pôde mostrar, em pouco tempo na Presidência da ALERR, uma liderança política necessária, muito sentida ao parlamento, e suas ações têm ido ao encontro dos anseios dos atuais deputados, de sevidores, bem como da sociedade, e isto foi o que pesou também neste apoio de Arthur.

Mais.

Jorge Everton cria ao redor de si uma aliança partidária grande, coesa, que tem lhe dado confiança, e é este sentimento de confiança que o governador eleito encontra para construir uma altiva parceria entre Executiva e Legislativo.

TCE sem chances...

O Tribunal de Contas do Estado de Roraima - TCE/RR, que pode ter uma vaga, caso o conselheiro Joaquim Pinto Souto Maior Neto, popularmente conhecido como "Netão, decida se aposentar antes de 2033, que seria o ano de sua real aposentadoria compulsória - aí, abriria tal vaga, mas, fontes revelam que isto não vai ocorrer.

Num determinado momento, havia se ventilado, que numa falta de entendimento político, e numa perseguição de 'caças às bruxas', especialmente de um ex-governador, isto poderia surgir um novo entendimento de se trabalhar para que a vaga de Netão se tornansse fato.

Na base de fontes, há quem diga, nos bastidores do TCE, que o conselheiro só podereia pensar em antecipar sua aposentadoria para um nome, o de Jorge Everton.