Viajar é a solução para as pessoas ficarem curadas?
| Uma nova forma de viagem está se popularizando ao redor do mundo: o turismo médico. Na prática, são pessoas que vão para outros países buscando tratamentos mais baratos. |
| Uma das regiões que tem se destacado na recepção desse público é a Ásia, principalmente a Coreia do Sul. No ano passado, foram +2 milhões de pacientes estrangeiros. Quando olhamos para o período entre 2024 e 2025, os americanos em busca de tratamento que viajaram para o país cresceram 70%, atingindo 173 mil pacientes. ![]() (Imagem: CNN) |
| Inclusive, os EUA é um dos países em que as pessoas mais saem para realizar procedimentos médicos, já que os custos são elevados. Em 2024, os gastos nacionais com saúde bateram recorde, atingindo US$ 5,3 trilhões — mais que o dobro de 2010. |
| Em meio a esse crescimento, novas empresas especializadas em diminuir custos surgem. Para se ter ideia, uma agência fez a conexão entre um paciente americano com uma clínica chinesa e o custo do procedimento saiu de US$ 10 mil para US$ 2 mil. A expectativa é que o setor cresça a uma taxa anual de 15% a 25%. |
| Mas nem tudo está resolvido… Os pacientes ainda enfrentam problemas como a falta de quem recorrer caso haja complicações depois do retorno para casa, barreiras linguísticas e a qualidade dos procedimentos. |
| Compartilhe essa notícia pelo WhatsApp |
| BRASIL |
| O Procon está de olho nos PlayStations |
![]() (Imagem: SBT | Reprodução) |
| Desde o mês passado, quando a Sony anunciou que iria parar de fabricar jogos em disco para o PlayStation a partir de 2028, uma onda de protestos pelo mundo surgiu. Por aqui, houve até pedido de investigação enviado pela deputada Erika Hilton à Secretaria Nacional do Consumidor. |
| Agora, em resposta, o Procon-SP afirmou que a Sony não pode impor restrições retroativas a quem já comprou jogos ou consoles com leitor de disco, nem limitar funcionalidades já disponíveis. |
| A alegação da parlamentar é de que a Sony vende consoles com leitor de disco por até R$ 500 a mais sem garantir que esse investimento terá utilidade no futuro. Outro argumento é que existem riscos no modelo de "licença" digital, que não garante direito de posse, revenda ou empréstimo dos jogos. |
| O ponto central: Com um salto de 27% para 78% do uso de jogos digitais na última década, o novo modelo é mais lucrativo para a empresa. A fabricante recebe cerca de 53% a mais nas vendas digitais de seus próprios jogos. |
| A companhia avisou desenvolvedoras que será possível encomendar novas tiragens físicas de jogos lançados antes de 2028, mesmo após o fim da produção de novos títulos. O formato desse processo ainda não foi detalhado. O caso segue em análise na Senacon, em nível federal. |
| Compartilhe essa notícia pelo WhatsApp |
| |





