Amazônia e o crime organizado, uma crescente violência que tem transformdo o mapa de homicídios
O deputaado federal Capitão Alberto Neto faz um requerimento ao Governo para saber do tal projeto Amazônia 2030 e o avanço do crime organizado
Mais que preocupação das autoridades dos estados amazônicos, um temor populacional quando o Norte vê esta crescente do crime organizado, e diante de um quadro de insegurança que assola as Capitais, especialmente do Sudeste brasileiro, eis que o deputado federal Capitão Alberto Neto questiona o Ministério da Justiça e Segurança Pública sobre o projeto Amazônia 2030.
Várias frentes políticas do Amazonas têm dado ao grita sobre o grau de violência crescente, e o incremento do poder de fogo do crime organizado na Amazônia, e assim, "eu encaminhei um requerimento ao ministro (Wellington Silva) da Justiça e Segurança Pública solicitando informações sobreo estudo do projeto Amazônia 2030, conduzido por pesquisadores do Imazon, CPI e PUC-Rio", informa Alberto Neto.
Segundo o deputado, o levantamento revelou que, entre 1999 e 2023, a região acumulou quase 19 mil homicídios a mais do que teria registrado caso tivesse seguido a trajetória das demais cidades brasileiras de pequeno porte.
"A Amazônia atravessa uma mudança significativa no padrão de violência, marcada pelo avanço do crime organizado".
A principal transformação, diz capitão Alberto, está no aumento da participação de facções criminosas nos homicídios, que passou de 29% até 2017 para 56% a partir de 2018, evidenciando a crescente influência dessas organizações.
"Atualmente, o crime organizado já está presente em 45% dos municípios da Amazônia Legal, com rápida expansão de grupos como o Comando Vermelho e o PCC, além da atuação de organizações estrangeiras", destaca Neto.
Água e tráfico...
Alberto Neto informa ainda que existe hoje, ainda, outro fator relevante para a expansão do crime com suas facções é o uso das hidrovias como principal rota do tráfico, "especialmente após o reforço do controle aéreo em 2004, o que contribuiu para a interiorização da violência, atingindo comunidades antes isoladas", revela o capitão.
Para ele, como consequência, a taxa de homicídios na região é, atualmente, 31% superior à média nacional.
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Com Assessoria do Dep Fed C A N



