Capitão Alberto Neto manda ofício ao ministro sobre aumento das passagens fluviais
As altas das passagens fluviais na mira do deputado federal, que cobra posição do Ministério de Portos e Aeroportos
Uma semana cheia na Câmara dos Deputados, e na agenda receber os prefeitos do Interior, onde 38 prefeitos estiveram em Brasília, participando da Marcha dos Prefeitos, e o deputado federal Capitão Alberto Neto esteve recebendo os políticos, bem como participou da reunião da bancada federal, onde se discutiu as demandas principais, que a Associação Amazonense dos Municípios (AAM) levou aos parlamentares.
Paralelo a este trabalho, ainda nesta mesma semana, Alberto Neto foi para cima de um reclame da população, especialmente do Interior, quando se trata de passagens, sejam aéreas, mas, essencialmente fluviais, pelos elevados preços cobrados.
E é diante disto que o deputado federal do PL encaminhou Requerimento ao Ministro de Portos e Aeroportos, solicitando informações sobre o aumento de até 20% no valor das passagens no Amazonas.
Segundo Alberto Neto, dos 62 municípios do Estado, 80% têm acesso exclusivamente pelas vias fluviais, e 99% das operações de movimentação de cargas dependem, de alguma forma, dos rios.
"É por essa malha d'água que chegam alimentos, remédios, materiais de construção e tudo o que move a vida no interior, e é exatamente essa malha que está ficando cada vez mais cara", salienta o capitão.

Mais.
O parlamentar, que é pré-candidato ao Senado, e pesquisas indicam cada dia crescendo mais, e estando em primeiro lugar ao primeiro voto, afirmou que dos reajustes nas passagens atingem principalmente as lanchas conhecidas no Amazonas como 'expressos' e a 'jatos'.
"A situação não é nova, mas, se agrava. O custo elevado é estrutural, considerando o tamanho da Amazônia, a baixa densidade populacional e as condições geográficas da região. O custo de logística está entre os mais altos do país, sendo necessárias ações de eficiência, racionalização de processos e redução de tributos para enfrentá-lo", assegura Alberto Neto.
Ao fim, Capitão Alberto fala que enquanto as soluções de longo prazo não chegam, "quem mora à beira do rio paga a conta."
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Com Ascom Dep Fed C A N



