Tifanny na Superliga Feminia, fora!! Enfim, CBV adere política do COI
Lugar de homem é jogar entre homens, e mulher trans, que sempre será homem, portanto...
MUDANÇA DE PLANOS.
Ao divulgar as novas diretrizes quanto à elegibilidade de atletas para as competições da categoria feminina na modalidade, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) se alinhou às normas adotadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e pela Confederação Sul-Americana de Voleibol (CSV) e restringiu a participação para "atletas do sexo biológico feminino".
Desta forma, as atletas farão teste de gênero, que determina a presença ou não do gene SRY (em inglês, Sex-determining Region Y), que atua como desencadeador do desenvolvimento masculino.
Assim, a decisão exclui a participação de mulheres trans nas competições, impactando diretamente a oposta Tifanny Abreu, que defende o Osasco desde 2021, e única jogadora transgênero da Superliga atualmente.
O Osasco divulgou uma nota via assessoria de imprensa, afirmando que foi surpreendido com a mudança nos critérios de elegibilidade e que não foi consultado para participar da elaboração da nova política.
A equipe disse ainda que acionou seu departamento jurídico para avaliar a normativa e definir os próximos passos, e destacou o apoio a Tifanny e o "compromisso permanente com o respeito e a valorização de todas as pessoas que fazem parte da sua história". Confira a nota na íntegra.



