Lula e Flávio organizam jantares com grandes nomes do PIB
| Nesses jantares, ninguém tem medo de sentar na ponta, porque o pessoal tem dinheiro sobrando para pagar a conta. Depois de Flávio Bolsonaro, ontem foi a vez de Lula se reunir com grandes nomes da economia brasileira. |
| O presidente se reuniu com cerca de 15 empresários e banqueiros em Brasília. Entre os convidados estão nomes como André Esteves (BTG Pactual), Roberto Setubal (Itaú), Luiz Carlos Trabuco (Bradesco) e os irmãos Batista (JBS). |
| Segundo informações, as principais medidas cobradas do presidente foram responsabilidade fiscal e redução da taxa de juros em um eventual quarto governo. |
| Tanto Lula como auxiliares presentes no encontro afirmaram concordar com a agenda. O presidente teria pedido ajuda para que os convidados convencessem outros nomes da economia a acreditarem no governo. Segundo participantes, o encontro foi ameno e positivo. |
| Em uma tentativa de criar uma relação mais próxima com o mercado, Flávio também fez um jantar com grandes nomes na semana passada. Os principais temas tratados teriam sido segurança pública, disciplina fiscal e uma boa articulação política com o Congresso. |
| O parlamentar estava acompanhado da assessora e ex-presidente da Caixa, Daniella Marques, que tratou de assuntos econômicos. Informações indicam que Flávio deixou uma boa impressão, mas que faltou profundidade nas suas falas. |
| O 007 dos dois jantares. Em meio às reuniões, André Esteves — que “Esteves” presente nos dois encontros — deu um pulo nos EUA no sábado para falar com Trump. A expectativa é que ele tenha relatado como foi a conversa no jantar de ontem. |
Segundo a última pesquisa AtlasIntel: O presidente Lula aparece com 43,4% das intenções de voto no 1 turno e Flávio Bolsonaro com 33,7%. No segundo, o petista aparece com 47,1% e o senador com 42,6%. |
| Compartilhe essa notícia pelo WhatsApp |




Segundo a última pesquisa AtlasIntel: O presidente Lula aparece com 43,4% das intenções de voto no 1 turno e Flávio Bolsonaro com 33,7%. No segundo, o petista aparece com 47,1% e o senador com 42,6%.