Dois gigantes reunidos...
Tour pelas principais manchetes desta terça-feira
| Tarifaço. Após uma breve reunião, os EUA e Brasil concordaram em retomar as conversas para avaliar o progresso de reuniões técnicas que acontecerão nas próximas semanas. Em nota, o Brasil afirmou estar aberto a novas conversas com as autoridades norte-americanas. |
| Pressão dos EUA. Em uma reunião de ministros de Finanças do G20 que começou ontem, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, cobrou mais rigidez comercial com a China e reforçou o pedido por sanções contra o Irã. O ministro da Economia da Itália considerou o encontro complicado, já que o grupo não fechou um comunicado conjunto. |
| Levantando a guarda. O Japão propôs 8,9 trilhões de ienes (US$ 55,6 bilhões) para defesa no próximo ano fiscal. O foco estará em drones, AI e novas tecnologias de combate. A iniciativa busca fortalecer o país diante do avanço militar da China e das novas características de conflitos, como observado na guerra da Ucrânia. |
| Objetivo em comum. Os presidentes da China e da Rússia, Xi Jinping e Vladimir Putin, se reuniram ontem em uma cúpula no Quirguistão. O presidente chinês disse que, sob as orientações estratégicas deles, a relação entre os dois países se fortalecerá. A Guerra da Ucrânia foi abordada, mas não foi o principal assunto. |
| EUA no limite. O Pentágono alertou o governo americano de que prolongar a guerra com o Irã é insustentável e prejudica a prontidão das Forças Armadas. A Marinha é a mais impactada, já que apenas cerca de um quarto da frota de um tipo de navio de guerra do país está pronta para ser mobilizada, caso necessário. |
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