Com projetos para democratizar atendimento de saúde, como a telessaúde é o que defende Vanessa Brandão
*Saúde mental: acesso à terapia por aplicativo
O partido é grande, e grande é a luta que as mulheres travam para no dia a dia provar sempre que podem mais, e que mais elas devem dar para sociedade, como se fossem obrigadas e provar sua força, porém, a luta delas já começam dentro de casa, e assim, de forma aguerrida que ,mais um nome surge para esta eleição 2026, quando o MDB roraimense conta com a jornalista e escritora Vanessa Brandão, como pré-candidata a deputada federal.
Símbolo das mulheres aguerridas do Estado, o MDB tem em seu quadro a maior prefeita de Boa Vista teve, Teresa Surita que é pré-candidata ao Senado, que, agora, o partido conta com mais uma outra grande mulher, que da imprensa sabe bem o dia dia das mulheres - Vanessa que defende a criação de uma plataforma pública que integre aplicativo e telessaúde para ampliar o acesso aos serviços de saúde mental.

A proposta tem como objetivo democratizar o atendimento psicológico, reduzindo as barreiras enfrentadas por milhares de pessoas que convivem com transtornos emocionais, mas não possuem condições financeiras para custear um tratamento adequado.
Segundo Vanessa, a tecnologia pode se tornar uma importante aliada na construção de uma rede de atendimento mais acessível, eficiente e humanizada. O modelo permitirá conectar pacientes a psicólogos e outros profissionais da área de forma ágil e segura, ampliando a oferta de consultas em todo o País, especialmente nos municípios e comunidades mais remotos, onde há escassez desses serviços.
Além de beneficiar a população, a iniciativa também deverá estimular a geração de oportunidades para profissionais da saúde mental, fortalecendo a rede de atendimento e contribuindo para reduzir a sobrecarga dos serviços públicos.
Em publicação nas redes sociais, Vanessa ressaltou que os transtornos mentais representam um dos principais desafios da saúde pública na atualidade. Segundo ela, milhões de brasileiros convivem com quadros de ansiedade, depressão e outras doenças emocionais, muitas vezes de forma silenciosa, sem acesso ao atendimento adequado.
"Em Roraima, os dados acendem um alerta. Entre 2020 e 2024, o número de notificações de violência autoprovocada quase dobrou no estado. Além disso, somente em 2024, o Centro de Atenção Psicossocial (CAPs II) realizou mais de 19 mil atendimentos. Esses números mostram que a demanda existe, mas o cuidado precisa chegar antes que o sofrimento se transforme em uma emergência", afirmou.
*Como funcionaria a plataforma*
A proposta prevê a implantação de uma plataforma de saúde mental que dispõe de aplicativo criado através de Inteligência Artificial e voltado ao acolhimento da população que hoje enfrenta dificuldades para acessar atendimento psicológico.
De acordo com Vanessa Brandão, o cidadão realizaria um cadastro online e passaria por uma avaliação inicial por meio da telessaúde. A partir desse primeiro atendimento, seria encaminhado ao profissional ou polo credenciado mais adequado às suas necessidades.
"As consultas aconteceriam pela internet, de forma acessível, segura e com acompanhamento profissional. O governo subsidiaria a maior parte do serviço, enquanto o cidadão contribuiria com uma pequena parcela, em regime de coparticipação", explicou.
Para Vanessa, a proposta representa um investimento tanto na prevenção quanto na qualidade de vida da população.
"São mais pessoas recebendo atendimento psicológico, menos sofrimento silencioso e mais oportunidades para os profissionais da saúde. A saúde mental não pode continuar sendo privilégio de quem pode pagar. Ela precisa ser tratada como um compromisso permanente do poder público", concluiu.
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Com Assessoria de V B



