Após visita, Carlos diz que Bolsonaro está “feliz com o que está acontecendo no Brasil”
O senador eleito por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL), visitou neste sábado (10) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na prisão domiciliar em Brasília. Carlos relatou como foi o encontro em vídeo divulgado nas redes sociais e afirmou que o pai está “feliz com o que está acontecendo no Brasil”.
“O velho está consciente, está bem. Está mantendo, por nós, aquele pacto que a gente fez junto de que vocês ficam bem aí eu fico bem aqui. A primeira coisa que ele falou quando eu cheguei foi: ‘Fala, senador’. A gente brincou bastante, está feliz com o que está acontecendo no Brasil, com a possibilidade que a gente pode evoluir”, disse.
Carlos também comentou que o pai está um pouco fragilizado fisicamente. “Infelizmente, no cárcere ele fica com a debilitação de movimentação, definha um pouco, fica magro, os músculos mais frágeis, a barriga maior um pouco. Espero que não seja nada de mais grave”, afirmou.
O senador eleito disse ainda que Bolsonaro “pediu para deixar um abraço para o Brasil inteiro, está com saudade de todo mundo”. Ele afirmou que deve voltar a visitar o ex-presidente na próxima quarta-feira (14).
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) está proibido de ver o pai desde 13 de julho por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Após o primeiro turno das eleições, a defesa de Bolsonaro pediu a volta das visitas, mas o ministro ainda não analisou a solicitação. Na última terça (6), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou a favor do pedido, afirmando que "não opõe óbice ao deferimento do pleito formulado".
No dia 17 de julho, Moraes estendeu a restrição e proibiu Bolsonaro de receber "visitas com finalidade político-eleitoral" até o término das eleições de 2026, bem como a "divulgação de manifestos políticos eleitorais, inclusive por terceiros, independentemente do meio utilizado".
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária e está submetido a diversas medidas cautelares, como a proibição de manifestação nas redes sociais, inclusive, por intermédio de terceiros. A proibição ocorreu após o senador divulgar uma carta do pai nas redes sociais.
No primeiro turno, Flávio ficou à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 47,03% (56.104.503 votos), enquanto o petista teve 45,16% (53.879.538 votos).
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Por Camila Abrão
Gazeta do Povo
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ANÁLISE AgNorte
Particularmente, daqui da Colina do AgNORTE, sempre temos nos posicionado contra essa tática de candidatos que não são naturais daquele estado, daquele povo, de repente surge para querer ser candidato a um mandato parlamentar.
Como um candidato deste pode conhecer tão bem um Estado, um povo que sequer conhece?
Diante disto - uma determinação que não se sabe se realmente partiu diretamente de Jair Bolsonaro para que seu filho, que não é de Santa Catarina fosse para lá e se candidatar ao Senado. o que foi feito e Carlos Bolsonaro, o filho mais problemático, e que mais cria polêmicas juntamente com Eduardo Bolsonaro, que vive nos EUA.
Mas, Carlos foi para SC e com sua ida um velho aliado foi prejudicado severamente, e entre Experidião Amim, lúcido, coeso, ético, do que Carlos, eu particularmente prefiro que tivesse sido eleito o senador que foi, sim, 'sacaneado' por essa aliança partidária, que permitiu que Carlos fosse possível sair ao Senado por SC.
Sim, a Direita vence, elegeu mais senadores, e deputados federais, governadores, mas, existe um limite até onde deve-se ir para que não sejamos iguais aos sujos esquerdistas.
Mais.
Bolsonaro mostrou que mesmo calado, porque está silenciado pela (in)Justiça, que os togados lhe privam de falar, de receber pessoas, e dar entrevistas, mas, ainda assim, só o seu legado do seu nome e de seus feitos, a saudades do povo, Brasil afora, ele elege cinco familiares, diretos seus, e mais dezenas de nomes que são, de fato, da verve bolsonarista.
Não pode ser tudo pelo poder...
Carlos Bolsonaro, 2.041.840 votos (25,4% dos votos válidos) em Santa Catarina - SC - mas, veremos, e anote, ele deve dar ainda muita dor de cabeça, e torço que eu esteja errado - junto com a torcida do Criciúma Futebol Clube.
Por Marlen Lima - editor AgN
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Fonte: Agência Senado



